Variante parece influenciar na maneira como homens se sentem unidos a parceiras.
Cientistas suecos podem ter descoberto um gene "responsável" por dificuldades no relacionamento e até mesmo pelo fim de muitos casamentos.
Os pesquisadores do Instituto Karolinska descobriram uma ligação entre uma variante específica de um gene e a forma como os homens se sentem - ou não - unidos a suas parceiras.
Eles analisaram o DNA de 550 gêmeos e seus parceiros. Os homens e mulheres responderam a uma série de questões sobre seus relacionamentos. Em seguida, as respostas foram comparadas com a formação genética de cada um.
Os pesquisadores descobriram que os homens que têm uma ou duas cópias da variante 334 do gene AVPR1A normalmente se comportam de maneira diferente nos relacionamento do que os que não têm a variante.
Os homens que tinham a variante tinham menos chances de se casar do que os que não a tinham. E os que tinham duas cópias da variante tinham duas vezes mais chances, no espaço de um ano, de ter tido uma crise no relacionamento.
Além disso, os pesquisadores também descobriram haver uma ligação entre a variante e o que as mulheres pensavam de seus parceiros.
"Mulheres casadas com homens que têm uma ou duas cópias do 334 estavam, em média, menos satisfeitas com seus relacionamentos do que as casadas com homens que não têm a variante", disse Hasse Walum, estudante de pós-graduação do Departamento de Epidemiologia Médica e Bioestatística do Instituo Karolinska.
O gene AVPR1A serve como um receptor da vasopressina, um hormônio encontrado no cérebro da maior parte dos mamíferos que parece desempenhar um papel na formação de uma ligação entre parceiros.
"Há muitas razões pelas quais uma pessoa pode ter problemas de relacionamento, mas esta é a primeira vez que a variante de um gene foi associado a como os homens se conectam a suas parceiras", disseWalum.
Ele enfatiza, no entanto, que o efeito dessa variação genética é relativamente modesto e não pode ser usado para prever com certeza como alguém se comportará em uma relação futura.
Segundo o Instituto, o mesmo gene foi estudado anteriormente em arganazes, um roedor encontrado na Europa, África e Ásia e que tem um aspecto semelhante ao de um esquilo. Nesses animais, constatou-se uma ligação entre a variante e um comportamento monogâmico.
Os pesquisadores esperam que um maior conhecimento dos efeitos da vasopressina nas relações humanas poderá ajudar a ciência a entender melhor as causas de doenças caracterizadas por problemas com interação social, como o autismo.
Os resultados do estudo foram divulgados na revista acadêmica Proceedings of the National Academy of Sciences.
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
sábado, 19 de julho de 2008
USO DA IMAGEM FEMININA, PADRÃO DE BELEZA E O CONTROLE SOCIAL SOBRE A MULHER
Para a midia a beleza feminina é uma qualidade fundamental. A propaganda em jornais, revistas e televisões no mundo ocidental mostram esta realidade. O mundo que produz, vende e fatura com o corpo feminino não se preocupa ou questiona o fato de que beleza não ocupa uma parte central na vida de muitas mulheres. Mas uma grande parte das mulheres é influenciada por este mundo ideal de beleza criado e enfatizado pela midia. O resultado é o lucro de bilhões que a indústria de cosméticos fatura anualmente, isto sem mencionar uma outra indústria – a cirurgia plástica. Estas indústrias existem e são proveitosas porque elas impõe a importância da aparência, da imagem, do corpo feminino. Vemos em revistas mulheres de 25 anos vendendo cremes contra rugas. Esta imposição ilusória não é causa e nos faz perguntar: Por que certas culturas dão tanta importância a beleza física em detrimento a individualidade e a identitade da mulher? Quais são os mecanismo sociais que constroem e congelam este fenômeno? E quem lucra com tudo isto?
A verdade é que o padrão de beleza ditado pela midia é um fator essencial para se controlar a sexualidade da mulher. Esta visão determina que a sexualidade seja distorcida e entendida como ornamental, observável em vez da qualidades que emanam de um contexto da vida da mulher e como esta se relaciona com ela mesma, com as pessoas e com o mundo. Com esta visão reducionista na equação beleza física e sexualidade, geralmente alguns homens e mulheres escrutinizam a forma do corpo feminino, o tamanho do seu busto e a cor do seu cabelo, todos elementos comumente utilizados para avaliar o ser sexual. Idéias a cerca do apelo sexual e da beleza feminina são desta forma sistemas simbolicamente construídos que remetem ao conhecimento e o significado. A sexualidade desta forma é removida do mundo privado para o público, para o domínio de massa, tornando a sexualidade concreta e externa, portanto vulnerável a inspeção, definição, monitorização social e controle. Este controle na verdade fere a identidade feminina, sobretudo adolescentes e pré-adolescentes que por estarem na fase do desenvolvimento humano onde a descoberta do corpo e a procura de identidade são essenciais, são confrontadas com a forma, peso, altura e estética do corpo que possui e o que a média determina ser sexual ou sensual. Adolescentes infelizmente internalizam rapidamente este controle social de modo ainda mais transparente. Na adolescência o desenvolvimento sexual em termos de influência cultural, classe social e etnia não se completa. Cognitivamente o adolescente não está preparado para julgar e selecionar o tanto de informação que recebe através da midia. Tanto que um grande número de jovens se tonam membros involuntários de um policiamento social que fiscaliza e julga aquelas mulheres que não se enquadram no que geralmente o homem determina como o corpo ideal.
A construção de conceito de beleza é estreita e socialmente construída. Consequentemente a sensualidade ou sexualidade que o mundo da media cria na verdade é um mecanismo social, político e econômico para controlar o comportamento social e sexual da mulher. Este controle como vimos é lucrativo e mantém na verdade uma estrutura social em extinção que são as estruturas patriarcais. O uso e abuso consistente da imagem feminina pela media beneficia a manter estrutura tradicional patriarcal. A imagem da mulher bela e jovem é resultado de um critério puramente individual, e interperssoal que sustenta e em níveis sistemático, mantém a opressão de gênero. A mesma indústria que perpertua esta opressão explora as transformações sociais que mulheres em sociedades tradicionais, modernas e pós modernas têm conquistado. Se “desconstruirmos” os padrões de beleza criados pela media, vemos que existe uma construção e imposição de modelos de beleza que se transformou através dos séculos. Na renascença o ideal de beleza feminina era a mulher redonda, volumosa, a partir do século vinte este modelo foi radicalmente transformado em mulheres linha reta, esqueléticas. O exemplo mais evidente disto foi a modelo inglesa Twiggi, que solidificou este padrão nos anos sessenta.
Não podemos ignorar que a construção social da realidade, como industrialização e contato com outras culturas cria as formas diárias de transformação da mulher no trabalho, no papel dela na família, na maneira como ela se diverte e na sua atuação sexual e no modo como ela se relaciona com o homem. Esta construção implica também em sanções, em censuras e escrutínios sobre a imagem da mulher. Como ela deveria ser em vez de como ela é. Esta imposição de modelo na verdade limita a liberdade de expressão da mulher o a maneira como ela se comporta socialmente. Esta construção social também estabelece o que é normal e anormal, consequente o que é digerido e entendido pelo que a media despeja no social. São vários os fatores utilizados na construção social da imagem da mulher: fatores psicológicos, políticos e um enquadramento social que dão um significado ou não no papel da mulher na família, no trabalho e no mundo. Mas, se “desconstruirmos” esta formação da imagem feminina que a media impõe, notamos que ela é ambígua, mas transparente. A construção desta imagem forjada no fundo reforça e sedimenta o patriarcalismo e a dependência da mulher ao homem, idealmente excluindo-a de sua participação no mercado de trabalho e de ter direitos civis iguais ao homem ou ser tratada com dignidade. Diante desta realidade, do fator demográfico (mais homens do que mulheres) geram um comportamento feminino onde é evidente uma certa perda do self (auto conhecimento) e uma baixa auto estima.
O que a midia fabrica e dramatiza não só reforça esta construção artificial social, mas oferece permissão para mais perda de valores e identidade. A midia mostra por exemplo homens de 60 ou 70 anos com mulheres jovens, mas raramente vemos o contrário. Nas propagandas de natal vemos o homem dando presente caros as mulheres. Nas novelas vemos mulheres ultrapassando limites, manipulando e competindo com outras por homens de caráter questionáveis. Concluímos que precisamos “desconstruir” o que a media despeja no social sem nenhum compromisso social ou responsabilidade para que possamos utilizar o poder que temos como consumidores – selecionando ou boicotando inconsistências, e anomalias aparentes, arbitrariedades que são jogadas no mundo do consumo diariamente.
O mecanismo mais importante diante desta realidade imposta é fazer com que vejamos claramente que o que a media faz na verdade e conscientemente é perpetuar a dependência feminina. Muitas mulheres têm consciência de como a imagem dela é usada e preferem verbalizar o seu repúdio. Muitos homens também estão conscientes de que na verdade fazer acreditar que sexualidade e sensualidade dependem da beleza é uma forma de manipulação contra eles. Homens e mulheres que estão conscientes deste fato devem divulgar e conscientizar outras mulheres e homens mostrando que o mecanismo primário em controlar a imagem ou a sexualidade feminina reside no que certos indivíduos (homens e mulheres que trabalham na media) acham do que é belo. Estes homens e mulheres que exercitam este controle sobre a imagem feminina querem nos fazer acreditar que sexualidade e sensualidade estão intrinsicamente ligadas a aparência física da mulher porque como já afirmamos o homem, este não importa se são velhos, fora de forma, acima do peso, com corpos desfigurados pela gordura ou com a pressão alta, que afeta sua atuação sexual. Esta falta de pressão estética sobre o masculino é ignorada porque ele é o provedor, o que detém o poder econômico. Para o homem de meia idade ou envelhecido com dinheiro não importa se a jovem que está com ele é por amor ou pelo luxo, ou a segurança e conforto que o dinheiro dele proporciona.
(Dra Ilma Ribeiro Silva, Ph.D.; seu site http://dr.ilma.blog.uol.com.br)
A verdade é que o padrão de beleza ditado pela midia é um fator essencial para se controlar a sexualidade da mulher. Esta visão determina que a sexualidade seja distorcida e entendida como ornamental, observável em vez da qualidades que emanam de um contexto da vida da mulher e como esta se relaciona com ela mesma, com as pessoas e com o mundo. Com esta visão reducionista na equação beleza física e sexualidade, geralmente alguns homens e mulheres escrutinizam a forma do corpo feminino, o tamanho do seu busto e a cor do seu cabelo, todos elementos comumente utilizados para avaliar o ser sexual. Idéias a cerca do apelo sexual e da beleza feminina são desta forma sistemas simbolicamente construídos que remetem ao conhecimento e o significado. A sexualidade desta forma é removida do mundo privado para o público, para o domínio de massa, tornando a sexualidade concreta e externa, portanto vulnerável a inspeção, definição, monitorização social e controle. Este controle na verdade fere a identidade feminina, sobretudo adolescentes e pré-adolescentes que por estarem na fase do desenvolvimento humano onde a descoberta do corpo e a procura de identidade são essenciais, são confrontadas com a forma, peso, altura e estética do corpo que possui e o que a média determina ser sexual ou sensual. Adolescentes infelizmente internalizam rapidamente este controle social de modo ainda mais transparente. Na adolescência o desenvolvimento sexual em termos de influência cultural, classe social e etnia não se completa. Cognitivamente o adolescente não está preparado para julgar e selecionar o tanto de informação que recebe através da midia. Tanto que um grande número de jovens se tonam membros involuntários de um policiamento social que fiscaliza e julga aquelas mulheres que não se enquadram no que geralmente o homem determina como o corpo ideal.
A construção de conceito de beleza é estreita e socialmente construída. Consequentemente a sensualidade ou sexualidade que o mundo da media cria na verdade é um mecanismo social, político e econômico para controlar o comportamento social e sexual da mulher. Este controle como vimos é lucrativo e mantém na verdade uma estrutura social em extinção que são as estruturas patriarcais. O uso e abuso consistente da imagem feminina pela media beneficia a manter estrutura tradicional patriarcal. A imagem da mulher bela e jovem é resultado de um critério puramente individual, e interperssoal que sustenta e em níveis sistemático, mantém a opressão de gênero. A mesma indústria que perpertua esta opressão explora as transformações sociais que mulheres em sociedades tradicionais, modernas e pós modernas têm conquistado. Se “desconstruirmos” os padrões de beleza criados pela media, vemos que existe uma construção e imposição de modelos de beleza que se transformou através dos séculos. Na renascença o ideal de beleza feminina era a mulher redonda, volumosa, a partir do século vinte este modelo foi radicalmente transformado em mulheres linha reta, esqueléticas. O exemplo mais evidente disto foi a modelo inglesa Twiggi, que solidificou este padrão nos anos sessenta.
Não podemos ignorar que a construção social da realidade, como industrialização e contato com outras culturas cria as formas diárias de transformação da mulher no trabalho, no papel dela na família, na maneira como ela se diverte e na sua atuação sexual e no modo como ela se relaciona com o homem. Esta construção implica também em sanções, em censuras e escrutínios sobre a imagem da mulher. Como ela deveria ser em vez de como ela é. Esta imposição de modelo na verdade limita a liberdade de expressão da mulher o a maneira como ela se comporta socialmente. Esta construção social também estabelece o que é normal e anormal, consequente o que é digerido e entendido pelo que a media despeja no social. São vários os fatores utilizados na construção social da imagem da mulher: fatores psicológicos, políticos e um enquadramento social que dão um significado ou não no papel da mulher na família, no trabalho e no mundo. Mas, se “desconstruirmos” esta formação da imagem feminina que a media impõe, notamos que ela é ambígua, mas transparente. A construção desta imagem forjada no fundo reforça e sedimenta o patriarcalismo e a dependência da mulher ao homem, idealmente excluindo-a de sua participação no mercado de trabalho e de ter direitos civis iguais ao homem ou ser tratada com dignidade. Diante desta realidade, do fator demográfico (mais homens do que mulheres) geram um comportamento feminino onde é evidente uma certa perda do self (auto conhecimento) e uma baixa auto estima.
O que a midia fabrica e dramatiza não só reforça esta construção artificial social, mas oferece permissão para mais perda de valores e identidade. A midia mostra por exemplo homens de 60 ou 70 anos com mulheres jovens, mas raramente vemos o contrário. Nas propagandas de natal vemos o homem dando presente caros as mulheres. Nas novelas vemos mulheres ultrapassando limites, manipulando e competindo com outras por homens de caráter questionáveis. Concluímos que precisamos “desconstruir” o que a media despeja no social sem nenhum compromisso social ou responsabilidade para que possamos utilizar o poder que temos como consumidores – selecionando ou boicotando inconsistências, e anomalias aparentes, arbitrariedades que são jogadas no mundo do consumo diariamente.
O mecanismo mais importante diante desta realidade imposta é fazer com que vejamos claramente que o que a media faz na verdade e conscientemente é perpetuar a dependência feminina. Muitas mulheres têm consciência de como a imagem dela é usada e preferem verbalizar o seu repúdio. Muitos homens também estão conscientes de que na verdade fazer acreditar que sexualidade e sensualidade dependem da beleza é uma forma de manipulação contra eles. Homens e mulheres que estão conscientes deste fato devem divulgar e conscientizar outras mulheres e homens mostrando que o mecanismo primário em controlar a imagem ou a sexualidade feminina reside no que certos indivíduos (homens e mulheres que trabalham na media) acham do que é belo. Estes homens e mulheres que exercitam este controle sobre a imagem feminina querem nos fazer acreditar que sexualidade e sensualidade estão intrinsicamente ligadas a aparência física da mulher porque como já afirmamos o homem, este não importa se são velhos, fora de forma, acima do peso, com corpos desfigurados pela gordura ou com a pressão alta, que afeta sua atuação sexual. Esta falta de pressão estética sobre o masculino é ignorada porque ele é o provedor, o que detém o poder econômico. Para o homem de meia idade ou envelhecido com dinheiro não importa se a jovem que está com ele é por amor ou pelo luxo, ou a segurança e conforto que o dinheiro dele proporciona.
(Dra Ilma Ribeiro Silva, Ph.D.; seu site http://dr.ilma.blog.uol.com.br)
sexta-feira, 18 de julho de 2008
Fobia Social
Também conhecida como timidez patológica,trata-se de um medo exagerado de falar ou interagir em qualquer situação social que envolva desempenho, onde o individuo acredite estar sofrendo uma possível analise critica dos outros.
Nogueira et alt(2002) explicam que o individuo teme agir de forma humilhante ou embaraçosa, nas situações sociais que podem envolver desempenho, tais como:
-Falar em público, com autoridades e com sexo oposto
-Fazer exames
-Procurar emprego
-Usar banheiros públicos
-Comer,beber e assinar documentos na frente dos outros
-Conversar ao telefone
-Interagir socialmente:festas,paqueras e turmas
De acordo com a Classificação Internacional de Doenças (CID-10) as fobias sociais podem se manifestar por rubor, tremor das mãos, náuseas ou desejo urgente de urinar, sendo que o paciente por vezes está convencido que uma ou outra destas manifestações secundárias constitui seu problema primário. Nogueira et alt(2002) explicam ainda que, por vezes, existe o reconhecimento, pelo paciente, de exagero e irracionalidade de seu medo.
Nogueira et alt(2002) explicam que o individuo teme agir de forma humilhante ou embaraçosa, nas situações sociais que podem envolver desempenho, tais como:
-Falar em público, com autoridades e com sexo oposto
-Fazer exames
-Procurar emprego
-Usar banheiros públicos
-Comer,beber e assinar documentos na frente dos outros
-Conversar ao telefone
-Interagir socialmente:festas,paqueras e turmas
De acordo com a Classificação Internacional de Doenças (CID-10) as fobias sociais podem se manifestar por rubor, tremor das mãos, náuseas ou desejo urgente de urinar, sendo que o paciente por vezes está convencido que uma ou outra destas manifestações secundárias constitui seu problema primário. Nogueira et alt(2002) explicam ainda que, por vezes, existe o reconhecimento, pelo paciente, de exagero e irracionalidade de seu medo.
sábado, 12 de julho de 2008
Café estimula libido feminina segundo cientistas
Estudos realizados por vários pesquisadores nos Estados Unidos revelam que o interesse da mulher pelo sexo é proporcional à quantidade de café que ingere. A quantidade de café ideal para a vida sexual saudável é de 4 xícaras ao dia. Após a quarta xícara, potencializa-se o estresse e pode haver confusão mental.
A pesquisa realizada por cientistas da Universidade de Scranton revelou um aumento de até 45% no interesse sexual nas mulheres que passaram a ingerir 4 xícaras de café diariamente.
Segundo o coordenador da pesquisa, o café inibe o aparecimento da depressão nas mulheres. Outros pesquisadores, demonstram em seus estudos, que o café , além reduzir a depressão e a libido, também reduz o risco do suicídio.
A pesquisa realizada por cientistas da Universidade de Scranton revelou um aumento de até 45% no interesse sexual nas mulheres que passaram a ingerir 4 xícaras de café diariamente.
Segundo o coordenador da pesquisa, o café inibe o aparecimento da depressão nas mulheres. Outros pesquisadores, demonstram em seus estudos, que o café , além reduzir a depressão e a libido, também reduz o risco do suicídio.
domingo, 6 de julho de 2008
Perda de peso e saúde psíquica
Pelo Psicólogo Fernando Falabella Tavares de Lima
As perdas excessivas de peso e as mudanças radicais nas formas do corpo podem trazer riscos para a saúde psíquica das pessoas, como a despersonalização. Por outro lado, a busca incessante e irracional por um padrão de beleza imposto também pode ser sintoma ou causa do adoecimento psíquico.
Durante todo o ano, mas principalmente nos períodos de verão, onde os corpos estão mais expostos aos olhares de todos, surge a necessidade e a motivação das pessoas cuidarem de seus corpos. Nossa sociedade está “abusando” da cobrança da estética perfeita. Muitas mulheres se espelham nos ideais de beleza e de corpo impostos pela mídia e tentam de diversas formas atingir seus objetivos, buscando a todo custo se tornarem semelhantes ao padrão das modelos, das manequins, das atrizes. O questionamento que muitas vezes não é consciente, mas que deveria aparecer, é sobre as razões dessa busca por um ideal tão difícil de ser atingido.
Nesse esforço insano por perder peso e modificar rapidamente as formas do corpo, muitas pessoas cometem exageros e excessos que são, sabidamente, prejudiciais à saúde. Para começo de conversa, nem todas as pessoas buscam orientação de clínicas e especialistas da área para traçarem um plano de metas, na busca pelo objetivo final. Assim, muitas mulheres (e homens também) passam a consumir remédios para diminuir o apetite e abusam das dietas e dos exercícios físicos sem orientação.
A perda de peso de uma forma saudável é algo bastante difícil de se alcançar, principalmente quando não se está preparado psicologicamente para as privações e esforços que, na maior parte das vezes, serão inevitáveis. Acredito que as pessoas, ao buscarem uma mudança no seu fenótipo, ou seja, nas suas características externas do corpo, devam ter clareza das razões porque estão fazendo isso. Muitas pessoas embarcam na luta contra as medidas e os números da balança sem avaliarem ao certo os motivos dessa busca. Qual é o prazer envolvido em ter o chamado corpo ideal?
Pode-se afirmar que o desejo de mudanças físicas traz consigo muitas questões psicológicas inconscientes que não são claras para as pessoas, à primeira vista. É exatamente por não considerarem ao certo os motivos que sustentam a necessidade de se mudar o corpo, que os riscos acontecem. Para citar apenas alguns exemplos: há aquelas pessoas que perdem uma quantidade tão grande de peso num espaço de tempo tão curto que passam a não se reconhecer e sofrem grandemente com isso. São pessoas que praticamente perdem “metade” de seu corpo no processo de emagrecimento e depois passam por um período onde a readaptação é necessária. Esta é bastante difícil de ser feita sozinha, muitas vezes gerando uma forte depressão ou outros conteúdos psíquicos, como despersonalização: não reconhecimento do próprio corpo; sentir-se como se não fosse mais a pessoa que habita aquele “novo” corpo.
Há, por outro lado, o caso de pessoas que não estavam fora dos padrões normais de peso, para suas características físicas, e que nunca se sentem satisfeitas em sua busca por resultados, em sua busca pelo corpo ideal. Novamente, podemos ver aspectos psicológicos envolvidos que jamais deixarão com que a pessoa sinta-se realmente completa e feliz. Após algum tempo esse conflito também pode gerar conseqüências sérias. Nesse caso, estamos frente aos maiores problemas da imposição de padrões estéticos rígidos de uma sociedade extremamente narcisista.
Não resta a menor dúvida quanto a necessidade de acompanhamento de profissionais para que o processo de emagrecimento possa ser feito de forma gradativa, respeitando-se os limites do corpo e, sobretudo, os limites psicológicos. Assim, além de acompanhamento médico e de esteticistas, uma boa dieta alimentar (traçada por um nutricionista) e um acompanhamento psicológico, para que haja compreensão das necessidades e dos desejos inconscientes envolvidos na busca pelo tão sonhado padrão de beleza, são fundamentais para que os resultados sejam obtidos sem que se corra o risco de um processo de “adoecimento psíquico”. Certamente, quando se busca a mudança física amparada por um quadro de profissionais de diversas áreas, cada um dando “sustentação” em seu campo de atuação, o caminha para os objetivos finais torna-se mais atingível e os riscos de abusos físicos ou psicológicos podem ser monitorados e controlados.
As perdas excessivas de peso e as mudanças radicais nas formas do corpo podem trazer riscos para a saúde psíquica das pessoas, como a despersonalização. Por outro lado, a busca incessante e irracional por um padrão de beleza imposto também pode ser sintoma ou causa do adoecimento psíquico.
Durante todo o ano, mas principalmente nos períodos de verão, onde os corpos estão mais expostos aos olhares de todos, surge a necessidade e a motivação das pessoas cuidarem de seus corpos. Nossa sociedade está “abusando” da cobrança da estética perfeita. Muitas mulheres se espelham nos ideais de beleza e de corpo impostos pela mídia e tentam de diversas formas atingir seus objetivos, buscando a todo custo se tornarem semelhantes ao padrão das modelos, das manequins, das atrizes. O questionamento que muitas vezes não é consciente, mas que deveria aparecer, é sobre as razões dessa busca por um ideal tão difícil de ser atingido.
Nesse esforço insano por perder peso e modificar rapidamente as formas do corpo, muitas pessoas cometem exageros e excessos que são, sabidamente, prejudiciais à saúde. Para começo de conversa, nem todas as pessoas buscam orientação de clínicas e especialistas da área para traçarem um plano de metas, na busca pelo objetivo final. Assim, muitas mulheres (e homens também) passam a consumir remédios para diminuir o apetite e abusam das dietas e dos exercícios físicos sem orientação.
A perda de peso de uma forma saudável é algo bastante difícil de se alcançar, principalmente quando não se está preparado psicologicamente para as privações e esforços que, na maior parte das vezes, serão inevitáveis. Acredito que as pessoas, ao buscarem uma mudança no seu fenótipo, ou seja, nas suas características externas do corpo, devam ter clareza das razões porque estão fazendo isso. Muitas pessoas embarcam na luta contra as medidas e os números da balança sem avaliarem ao certo os motivos dessa busca. Qual é o prazer envolvido em ter o chamado corpo ideal?
Pode-se afirmar que o desejo de mudanças físicas traz consigo muitas questões psicológicas inconscientes que não são claras para as pessoas, à primeira vista. É exatamente por não considerarem ao certo os motivos que sustentam a necessidade de se mudar o corpo, que os riscos acontecem. Para citar apenas alguns exemplos: há aquelas pessoas que perdem uma quantidade tão grande de peso num espaço de tempo tão curto que passam a não se reconhecer e sofrem grandemente com isso. São pessoas que praticamente perdem “metade” de seu corpo no processo de emagrecimento e depois passam por um período onde a readaptação é necessária. Esta é bastante difícil de ser feita sozinha, muitas vezes gerando uma forte depressão ou outros conteúdos psíquicos, como despersonalização: não reconhecimento do próprio corpo; sentir-se como se não fosse mais a pessoa que habita aquele “novo” corpo.
Há, por outro lado, o caso de pessoas que não estavam fora dos padrões normais de peso, para suas características físicas, e que nunca se sentem satisfeitas em sua busca por resultados, em sua busca pelo corpo ideal. Novamente, podemos ver aspectos psicológicos envolvidos que jamais deixarão com que a pessoa sinta-se realmente completa e feliz. Após algum tempo esse conflito também pode gerar conseqüências sérias. Nesse caso, estamos frente aos maiores problemas da imposição de padrões estéticos rígidos de uma sociedade extremamente narcisista.
Não resta a menor dúvida quanto a necessidade de acompanhamento de profissionais para que o processo de emagrecimento possa ser feito de forma gradativa, respeitando-se os limites do corpo e, sobretudo, os limites psicológicos. Assim, além de acompanhamento médico e de esteticistas, uma boa dieta alimentar (traçada por um nutricionista) e um acompanhamento psicológico, para que haja compreensão das necessidades e dos desejos inconscientes envolvidos na busca pelo tão sonhado padrão de beleza, são fundamentais para que os resultados sejam obtidos sem que se corra o risco de um processo de “adoecimento psíquico”. Certamente, quando se busca a mudança física amparada por um quadro de profissionais de diversas áreas, cada um dando “sustentação” em seu campo de atuação, o caminha para os objetivos finais torna-se mais atingível e os riscos de abusos físicos ou psicológicos podem ser monitorados e controlados.
sexta-feira, 4 de julho de 2008
PSICONEUROIMUNOLOGIA
Relacionar a Imunologia com a Psiquiatria tem sido fácil, atraente e extremamente didático. Há uma variedade de evidências para o relacionamento recíproco entre Sistema Psicoemocional e vários componentes do Sistema Imunológico, justificando o agravamento e/ou desencadeamento de uma série de doenças físicas por razões emocionais.
A reciprocidade entre o Sistema Nervoso Central e o Sistema Imunológico estimula o desenvolvimento de uma nova e interessante área médica; a Psiconeuroimunologia.
Os tópicos de estudo da Psiconeuroimunologia seriam as perturbações de um sistema que se refletem no outro e vice-versa. E, de fato, faz muito sentido que estes dois sistemas sejam fortemente integrados, pois ambos são responsáveis pelo relacionamento do organismo com o mundo externo, ambos avaliam se os elementos da realidade externa à pessoa são inócuos ou perigosos, ambos servem à defesa e adaptação, ambos possuem memória e aprendem pela experiência, ambos contribuem para o equilíbrio do ser no mundo e consigo próprio.
Como reforço a esta analogia, podemos citar ainda que os erros nesses dois sistemas podem produzir doenças; por um lado, as doenças imunológicas, auto-imunes, alergias e a vulnerabilidade a toda sorte de infecções e, por outro lado, as fobias, pânico, transtornos adaptativos e por estresse.
A reciprocidade entre o Sistema Nervoso Central e o Sistema Imunológico estimula o desenvolvimento de uma nova e interessante área médica; a Psiconeuroimunologia.
Os tópicos de estudo da Psiconeuroimunologia seriam as perturbações de um sistema que se refletem no outro e vice-versa. E, de fato, faz muito sentido que estes dois sistemas sejam fortemente integrados, pois ambos são responsáveis pelo relacionamento do organismo com o mundo externo, ambos avaliam se os elementos da realidade externa à pessoa são inócuos ou perigosos, ambos servem à defesa e adaptação, ambos possuem memória e aprendem pela experiência, ambos contribuem para o equilíbrio do ser no mundo e consigo próprio.
Como reforço a esta analogia, podemos citar ainda que os erros nesses dois sistemas podem produzir doenças; por um lado, as doenças imunológicas, auto-imunes, alergias e a vulnerabilidade a toda sorte de infecções e, por outro lado, as fobias, pânico, transtornos adaptativos e por estresse.
quarta-feira, 2 de julho de 2008
A visão inconsciente
É de conhecimento geral, hoje, e comprovado pela ciência, que pensamentos modificam o humor e alteram reações fisiológicas e comportamento das pessoas. Por mecanismos ainda não elucidados sabe-se que, por uma série de transmutações, a energia do pensamento interfere, mediante fenômenos elétricos, químicos, luminosos, barimétricos e certamente outros ainda desconhecidos, nos órgãos, nas células, no núcleo e no DNA.
Assim, criam-se desequilíbrios, chamados doenças, promovem-se curas e gera-se saúde mesmo que a pessoa não esteja consciente do que pensa a cada instante. Cada um está permanentemente criando seu futuro e, por isso, recomenda-se que esteja atento ao que pensa, para que não tenha sua vida estabelecida pelo pensamento dos outros.
Ressonância magnética funcional e visão
Tudo isso que, ainda no momento atual, possa parecer fantasioso aos menos dispostos a crer no que vêem, teve comprovação por uma pesquisa sobre a capacidade de o córtex registrar estímulos não percebidos conscientemente pela pessoa. Pesquisa realizada por John-Dylan Haynes e Geraint Rees, do University College London, buscou verificar se a atividade da área visual primária leva necessariamente à consciência.
A experiência consistiu em expor a quatro participantes figuras de grades dispostas em inclinação de 45 graus para a direita ou para a esquerda durante 17 milissegundos. Essas figuras, entretanto, eram encobertas por um círculo brilhante durante 137 milissegundos, de modo que, com a diferença de tempo de percepção visual, as pessoas formavam a consciência de ter visto apenas os círculos, não se lembrando da figura da grade. Posteriormente, ao terem que indicar, apertando um botão, qual inclinação de grade tinham visto, eles foram capazes de escolher precisamente a que tinha sido mostrada a eles, embora não tivessem consciência do que tinha sido registrado por seu cérebro.
Um programa de computador possibilitou aos cientistas saberem, pelas características da atividade cerebral criada pelas imagens invisíveis, qual tipo de grade tinha sido mostrado. De modo que eles tiveram conhecimento do que os participantes estavam pensando antes de eles mesmos saberem. Ou seja, o aparelho de ressonância magnética viu o pensamento inconsciente dos voluntários.
Novo recurso psicoterápico e médico
Esse trabalho revelou que o processamento de imagens pelo córtex visual primário não é suficiente para que a pessoa tenha consciência delas. Essas imagens processadas, porém, podem decidir comportamentos para os quais ela não tem explicação. Isso abre caminho para uma revolução em práticas psicológicas e médicas.Se for possível ler o pensamento de alguém, poder-se-á obter informações que ficavam escondidas do próprio paciente.
Assim, obteremos a capacidade de entender características psicológicas das pessoas, como pensamentos criadores de ansiedade, depressão e medo, assim como preconceitos, fantasias, intuições, rejeições e tudo o que se passa na mente e é registrado no córtex e que motiva inconscientemente comportamentos dos quais o indivíduo gostaria de livrar-se.
Na área médica, as doenças cuja origem é atribuída a traumas do passado talvez pudessem ter sua causa-raiz esclarecida e transformada, facilitando, dessa forma, o resultado dos tratamentos empregados.
Corpomente
A mais importante contribuição desse trabalho é a comprovação de que muitos pensamentos inconscientes estão sendo registrados a cada segundo pelo córtex cerebral e de que eles estão interferindo em toda a vida do indivíduo sob a forma de imagens, sentimentos, sensações ou mudanças físicas.
Isso ratifica a evidência que o ser humano não é um corpo e uma mente ligados, mas um "corpomente", ou seja, um sistema constituído de energia em diversas freqüências vibratórias que se interpenetram e funcionam conjuntamente.
Dr। Roberto Azambuja - Dermatologista
Assim, criam-se desequilíbrios, chamados doenças, promovem-se curas e gera-se saúde mesmo que a pessoa não esteja consciente do que pensa a cada instante. Cada um está permanentemente criando seu futuro e, por isso, recomenda-se que esteja atento ao que pensa, para que não tenha sua vida estabelecida pelo pensamento dos outros.
Ressonância magnética funcional e visão
Tudo isso que, ainda no momento atual, possa parecer fantasioso aos menos dispostos a crer no que vêem, teve comprovação por uma pesquisa sobre a capacidade de o córtex registrar estímulos não percebidos conscientemente pela pessoa. Pesquisa realizada por John-Dylan Haynes e Geraint Rees, do University College London, buscou verificar se a atividade da área visual primária leva necessariamente à consciência.
A experiência consistiu em expor a quatro participantes figuras de grades dispostas em inclinação de 45 graus para a direita ou para a esquerda durante 17 milissegundos. Essas figuras, entretanto, eram encobertas por um círculo brilhante durante 137 milissegundos, de modo que, com a diferença de tempo de percepção visual, as pessoas formavam a consciência de ter visto apenas os círculos, não se lembrando da figura da grade. Posteriormente, ao terem que indicar, apertando um botão, qual inclinação de grade tinham visto, eles foram capazes de escolher precisamente a que tinha sido mostrada a eles, embora não tivessem consciência do que tinha sido registrado por seu cérebro.
Um programa de computador possibilitou aos cientistas saberem, pelas características da atividade cerebral criada pelas imagens invisíveis, qual tipo de grade tinha sido mostrado. De modo que eles tiveram conhecimento do que os participantes estavam pensando antes de eles mesmos saberem. Ou seja, o aparelho de ressonância magnética viu o pensamento inconsciente dos voluntários.
Novo recurso psicoterápico e médico
Esse trabalho revelou que o processamento de imagens pelo córtex visual primário não é suficiente para que a pessoa tenha consciência delas. Essas imagens processadas, porém, podem decidir comportamentos para os quais ela não tem explicação. Isso abre caminho para uma revolução em práticas psicológicas e médicas.Se for possível ler o pensamento de alguém, poder-se-á obter informações que ficavam escondidas do próprio paciente.
Assim, obteremos a capacidade de entender características psicológicas das pessoas, como pensamentos criadores de ansiedade, depressão e medo, assim como preconceitos, fantasias, intuições, rejeições e tudo o que se passa na mente e é registrado no córtex e que motiva inconscientemente comportamentos dos quais o indivíduo gostaria de livrar-se.
Na área médica, as doenças cuja origem é atribuída a traumas do passado talvez pudessem ter sua causa-raiz esclarecida e transformada, facilitando, dessa forma, o resultado dos tratamentos empregados.
Corpomente
A mais importante contribuição desse trabalho é a comprovação de que muitos pensamentos inconscientes estão sendo registrados a cada segundo pelo córtex cerebral e de que eles estão interferindo em toda a vida do indivíduo sob a forma de imagens, sentimentos, sensações ou mudanças físicas.
Isso ratifica a evidência que o ser humano não é um corpo e uma mente ligados, mas um "corpomente", ou seja, um sistema constituído de energia em diversas freqüências vibratórias que se interpenetram e funcionam conjuntamente.
Dr। Roberto Azambuja - Dermatologista
quinta-feira, 29 de maio de 2008
A Garcínia como moderador de apetite
Quais os efeitos da Garcínia? Ela possui efeitos colaterais?
Garcínia é uma fruta do sul da Ásia. Atua como moderador do apetite. Controla o metabolismo e reduz o armazenamento de gordura corporal.
Contém um princípio ativo que é o Ácido Hidroxicítrico e é ele o responsável pela redução do apetite.
O pó das folhas tem efeito laxante.
O efeito da garcínia no organismo é lento e a longo prazo. É diurética e digestiva.
Não existem efeitos colaterais quando prescritas por Médicos Fitoterapeutas, nas dosagens recomendadas e acompanhada durante a administração.
Dr. Marcos Stern - Farmacêutico e Bioquímico, especialista em Fitoterapia. CRF 349 - Responsável pela farmácia fitoterápica Marana.
Garcínia é uma fruta do sul da Ásia. Atua como moderador do apetite. Controla o metabolismo e reduz o armazenamento de gordura corporal.
Contém um princípio ativo que é o Ácido Hidroxicítrico e é ele o responsável pela redução do apetite.
O pó das folhas tem efeito laxante.
O efeito da garcínia no organismo é lento e a longo prazo. É diurética e digestiva.
Não existem efeitos colaterais quando prescritas por Médicos Fitoterapeutas, nas dosagens recomendadas e acompanhada durante a administração.
Dr. Marcos Stern - Farmacêutico e Bioquímico, especialista em Fitoterapia. CRF 349 - Responsável pela farmácia fitoterápica Marana.
domingo, 25 de maio de 2008
Chega no Brasil vacina contra o HPV
Rio - A vacina - que estará disponível a partir de segunda-feira em clínicas particulares por cerca de R$ 400 - é destinada apenas para meninas e mulheres dos 10 aos 25 anos. Testes ainda estão sendo realizados para verificar a eficácia em pacientes mais velhas e em homens.
O vírus HPV, sexualmente transmissível, é culpado por 99% dos casos de câncer de colo do útero. Embora ainda não se possa dizer com toda a certeza o tempo de proteção desse imunizante, acredita-se que ela será válida entre seis e nove anos. O pico de incidência ocorre entre 20 e 25 anos de idade. Mas a curva de crescimento da doença entre as adolescentes é ascendente.
21/05
O vírus HPV, sexualmente transmissível, é culpado por 99% dos casos de câncer de colo do útero. Embora ainda não se possa dizer com toda a certeza o tempo de proteção desse imunizante, acredita-se que ela será válida entre seis e nove anos. O pico de incidência ocorre entre 20 e 25 anos de idade. Mas a curva de crescimento da doença entre as adolescentes é ascendente.
21/05
Parar de fumar é socialmente contagioso
21 de Maio de 2008
2008-21-05 05:08:23
WASHINGTON (AFP) - Se o vício do cigarro começa como um hábito, parar de fumar é socialmente contagioso, afirma um amplo estudo realizado nos Estados Unidos ao longo dos últimos 30 anos, divulgado nesta quarta-feira.
"Analisando amplas redes sociais, descobrimos que grupos inteiros de pessoas que não se conhecem obrigatoriamente param de fumar ao mesmo tempo", afirmou Nicholas Christakis, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Harvard e co-autor do trabalho.
"Desse modo, se há uma mudança no 'zeitgeist' (espírito da época) desta rede social, como uma mudança cultural, todo um grupo de pessoas conectadas mas que não se conhecem necessariamente param de fumar em grupo", disse.
Os pesquisadores obtiveram os dados a partir da reconstrução de uma rede social de 12.067 indivíduos entre 1971 e 2003. Todos as mudanças familiares dos participantes, casamentos, mortes ou divórcios, foram catalogadas. Os pesquisadores registraram também os contatos com amigos próximos, colegas de trabalho e vizinhos.
A maior parte desses amigos e colegas também participaram do estudo, o que permitiu a observação de um total de 53.228 relações sociais, familiares e profissionais.
O mais impressionante, no entanto, é que as pessoas param de fumar em grupo, e não sozinhas, destaca o trabalho, que será publicado no New England Journal of Medicine desta quinta-feira.
"Quando nos fixamos no conjunto dessas redes sociais sobre um período de 30 anos, constatamos que o tamanho médio das ramificações de fumantes se mantém mais ou menos igual. Só que há cada vez menos e menos dessas ramificações com o passar do tempo", explicou James Fowler, da Universidade da Califórnia, co-autor do estudo.
O trabalho também aponta para o fato de que os fumantes estão cada vez mais marginalizados em diferentes grupos sociais.
Em 1971, não havia distinção social entre fumantes e não-fumantes, tanto nas empresas quanto na sociedade.
Nos anos 80 e 90, no entanto, "constatamos uma mudança de atitude radical que se traduz em uma rejeição aos fumantes na periferia das redes sociais", segundo James Fowler.
2008-21-05 05:08:23
WASHINGTON (AFP) - Se o vício do cigarro começa como um hábito, parar de fumar é socialmente contagioso, afirma um amplo estudo realizado nos Estados Unidos ao longo dos últimos 30 anos, divulgado nesta quarta-feira.
"Analisando amplas redes sociais, descobrimos que grupos inteiros de pessoas que não se conhecem obrigatoriamente param de fumar ao mesmo tempo", afirmou Nicholas Christakis, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Harvard e co-autor do trabalho.
"Desse modo, se há uma mudança no 'zeitgeist' (espírito da época) desta rede social, como uma mudança cultural, todo um grupo de pessoas conectadas mas que não se conhecem necessariamente param de fumar em grupo", disse.
Os pesquisadores obtiveram os dados a partir da reconstrução de uma rede social de 12.067 indivíduos entre 1971 e 2003. Todos as mudanças familiares dos participantes, casamentos, mortes ou divórcios, foram catalogadas. Os pesquisadores registraram também os contatos com amigos próximos, colegas de trabalho e vizinhos.
A maior parte desses amigos e colegas também participaram do estudo, o que permitiu a observação de um total de 53.228 relações sociais, familiares e profissionais.
O mais impressionante, no entanto, é que as pessoas param de fumar em grupo, e não sozinhas, destaca o trabalho, que será publicado no New England Journal of Medicine desta quinta-feira.
"Quando nos fixamos no conjunto dessas redes sociais sobre um período de 30 anos, constatamos que o tamanho médio das ramificações de fumantes se mantém mais ou menos igual. Só que há cada vez menos e menos dessas ramificações com o passar do tempo", explicou James Fowler, da Universidade da Califórnia, co-autor do estudo.
O trabalho também aponta para o fato de que os fumantes estão cada vez mais marginalizados em diferentes grupos sociais.
Em 1971, não havia distinção social entre fumantes e não-fumantes, tanto nas empresas quanto na sociedade.
Nos anos 80 e 90, no entanto, "constatamos uma mudança de atitude radical que se traduz em uma rejeição aos fumantes na periferia das redes sociais", segundo James Fowler.
quarta-feira, 21 de maio de 2008
O mundo é dos feios
O metrossexualismo de David Beckham, Brad Pitt e bela companhia estão com os dias contados. Da Argentina, surge uma nova onda: o 'feiossexualismo'. O homem que está derrubando a ditadura do bonito é Gonzalo Otálora, autor de Feo!, livro que já é um grande sucesso editorial na América Latina - e que em breve vai virar filme, programa de TV e peça de teatro. As negociações para uma edição brasileira já começaram, o livro sai por aqui até o final do ano.
Otálora tem 31 anos, é jornalista e feio. Quer dizer, já foi mais - principalmente quando ainda era adolescente e não fazia nenhum sucesso com as garotas. 'Eu tinha o que a gente chama de triângulo da morte: miopia, espinhas e dentes ruins', lembra ele, em conversa por telefone com o JT. Com todas essas características, o escritor não escapou de uma juventude conturbada. 'Eu não conseguia chegar nas meninas, tinha dificuldade em arrumar trabalho e quase não saía de casa', conta.
Feo! tem uma ótima sacada logo na capa. Sabe aquela boca com a língua de fora, marca registrada dos Rolling Stones? Na imaginação de Otálora, ela é incrementada com um indiscreto aparelho dentário. O livro também tem o mérito de misturar passagens comoventes (como a dificuldade com as garotas) com humor e pitadas de auto-ajuda. 'Acho que posso ajudar muitos feios a se sentirem melhor com o mundo e a própria aparência', explica.
O livro pode ser considerado uma versão masculina de Bete, a Feia (tanto da versão latina como a do seriado americano). 'As mulheres já convivem com esse dilema. Existe toda uma indústria de produtos de beleza, cremes e roupas para que elas se sintam bonitas', diz. Perguntado se namoraria uma feia, Otálora não pestaneja. 'Para mim não tem problema. Pode ser bonita ou feia. Não me importo com isso.' Detalhe: o escritor, atualmente, está sem namorada.
O autor gosta de teorizar sobre os padrões estéticos. 'Esse padrão de beleza atende apenas 2% da população mundial. É um absurdo', fala. 'Historicamente, isso foi inventado depois da quebra da bolsa americana, em 1929. Os grandes empresários descobriram que era preciso criar padrões de consumo de massa. Daí, elegeram os belos do cinema e da publicidade. No mesmo período, criaram o concurso de miss e outras coisas parecidas.'
Segundo ele, o feiossexualismo surge para se contrapor a essa 'tendência cruel'. 'O feio pode ser uma pessoa de sucesso, um homem bem humorado, simpático e inteligente. Beleza não é tudo na vida', diz ele, lembrando de cara de um legítimo representante do feiossexualismo em nosso país: o craque Ronaldinho Gaúcho.
Imposto para bonitos
O argentino não acredita, entretanto, que apostar apenas na 'beleza interior' seja o suficiente. O escritor também tem propostas para que os governantes facilitem a vida dos mais feios (leia abaixo).
Apresentou a mais polêmica no final do ano passado à Casa Rosada: a cobrança de impostos para pessoas muito bonitas. Além disso, Otálora propõe que os desfiles de moda contemplem todos os tipos físicos (gordos, baixos, etc) e que seja proibida a exigência de fotografias nos currículos enviados para as empresas . 'O mais importante é que a pessoa possa viver bem com a sua aparência', acredita.
Mais informações sobre o livro (que deve ser lançado
no final do ano no Brasil) estão no site http://www.feosexual.com ou no blog de Gonzalo Otálora: http://www.feosexual.blogspot.com.
Otálora tem 31 anos, é jornalista e feio. Quer dizer, já foi mais - principalmente quando ainda era adolescente e não fazia nenhum sucesso com as garotas. 'Eu tinha o que a gente chama de triângulo da morte: miopia, espinhas e dentes ruins', lembra ele, em conversa por telefone com o JT. Com todas essas características, o escritor não escapou de uma juventude conturbada. 'Eu não conseguia chegar nas meninas, tinha dificuldade em arrumar trabalho e quase não saía de casa', conta.
Feo! tem uma ótima sacada logo na capa. Sabe aquela boca com a língua de fora, marca registrada dos Rolling Stones? Na imaginação de Otálora, ela é incrementada com um indiscreto aparelho dentário. O livro também tem o mérito de misturar passagens comoventes (como a dificuldade com as garotas) com humor e pitadas de auto-ajuda. 'Acho que posso ajudar muitos feios a se sentirem melhor com o mundo e a própria aparência', explica.
O livro pode ser considerado uma versão masculina de Bete, a Feia (tanto da versão latina como a do seriado americano). 'As mulheres já convivem com esse dilema. Existe toda uma indústria de produtos de beleza, cremes e roupas para que elas se sintam bonitas', diz. Perguntado se namoraria uma feia, Otálora não pestaneja. 'Para mim não tem problema. Pode ser bonita ou feia. Não me importo com isso.' Detalhe: o escritor, atualmente, está sem namorada.
O autor gosta de teorizar sobre os padrões estéticos. 'Esse padrão de beleza atende apenas 2% da população mundial. É um absurdo', fala. 'Historicamente, isso foi inventado depois da quebra da bolsa americana, em 1929. Os grandes empresários descobriram que era preciso criar padrões de consumo de massa. Daí, elegeram os belos do cinema e da publicidade. No mesmo período, criaram o concurso de miss e outras coisas parecidas.'
Segundo ele, o feiossexualismo surge para se contrapor a essa 'tendência cruel'. 'O feio pode ser uma pessoa de sucesso, um homem bem humorado, simpático e inteligente. Beleza não é tudo na vida', diz ele, lembrando de cara de um legítimo representante do feiossexualismo em nosso país: o craque Ronaldinho Gaúcho.
Imposto para bonitos
O argentino não acredita, entretanto, que apostar apenas na 'beleza interior' seja o suficiente. O escritor também tem propostas para que os governantes facilitem a vida dos mais feios (leia abaixo).
Apresentou a mais polêmica no final do ano passado à Casa Rosada: a cobrança de impostos para pessoas muito bonitas. Além disso, Otálora propõe que os desfiles de moda contemplem todos os tipos físicos (gordos, baixos, etc) e que seja proibida a exigência de fotografias nos currículos enviados para as empresas . 'O mais importante é que a pessoa possa viver bem com a sua aparência', acredita.
Mais informações sobre o livro (que deve ser lançado
no final do ano no Brasil) estão no site http://www.feosexual.com ou no blog de Gonzalo Otálora: http://www.feosexual.blogspot.com.
quarta-feira, 30 de abril de 2008
Gripes e Resfriados
Gripes, resfriados e outras infecções respiratórias são doenças infecciosas provocadas por agentes microbianos que tem predileção pelo epitélio do aparelho respiratório. Quando eles se multiplicam em nossas mucosas, o nariz escorre, tossimos, sentimos falta de ar e chiado no peito.
A presença do agente etiológico(=agente causador) é essencial; sem ele podemos sair ao relento na noite mais fria, chupar gelo o dia inteiro ou apanhar ciclone nas costas sem camisa, que não acontecerá nada, além de sentirmos frio.
A maior incidência de infecções respiratórias nos meses de inverno é explicada simplesmente pela tendência a aglomeração em lugares com janelas e portas fechadas para proteger do frio. Nesses ambientes mal ventilados, a proximidade das pessoas facilita a transmissão de vírus e bactérias de uma para a outra.
A influência do ar condicionado na incidência de doenças respiratórias, entretanto, não segue a lógica anterior. A exposição a ele realmente favorece o aparecimento de infecções respiratórias agudas, mas não pelo fato de baixar a temperatura do ambiente(o ar quente oferece o mesmo efeito deletério), e sim porque o ar condicionado desidrata o ar do ambiente e resseca o muco protetor que reveste as mucosas das vias aéreas. O ressecamento da superfície do epitélio respiratório destrói anticorpos e enzimas que atacam germes invasores, predispondo-nos às infecções.
(Borboletas da Alma – Dráuzio Varella)
A presença do agente etiológico(=agente causador) é essencial; sem ele podemos sair ao relento na noite mais fria, chupar gelo o dia inteiro ou apanhar ciclone nas costas sem camisa, que não acontecerá nada, além de sentirmos frio.
A maior incidência de infecções respiratórias nos meses de inverno é explicada simplesmente pela tendência a aglomeração em lugares com janelas e portas fechadas para proteger do frio. Nesses ambientes mal ventilados, a proximidade das pessoas facilita a transmissão de vírus e bactérias de uma para a outra.
A influência do ar condicionado na incidência de doenças respiratórias, entretanto, não segue a lógica anterior. A exposição a ele realmente favorece o aparecimento de infecções respiratórias agudas, mas não pelo fato de baixar a temperatura do ambiente(o ar quente oferece o mesmo efeito deletério), e sim porque o ar condicionado desidrata o ar do ambiente e resseca o muco protetor que reveste as mucosas das vias aéreas. O ressecamento da superfície do epitélio respiratório destrói anticorpos e enzimas que atacam germes invasores, predispondo-nos às infecções.
(Borboletas da Alma – Dráuzio Varella)
quinta-feira, 3 de abril de 2008
Dormir pouco influi diretamente no aumento de peso
Paris, 3 abr/2008 (EFE).- Um estudo do Instituto Francês para a Nutrição (IFN) revela que dormir pouco influi diretamente no aumento de peso, assim como na aparição de doenças metabólicas e cardiovasculares.
"Demonstramos que uma redução do sono diminui a retenção do hormônio leptina - limitador do apetite - e aumenta a da grelina - que dá sensação de fome", afirma a doutora em neurociência do IFN Karine Spiegel, no relatório.
Desta forma, as pessoas que não dormem bem sofrem um aumento de 24% no apetite, especialmente de alimentos ricos em gorduras e açúcares.
Spiegel destaca que, devido ao cansaço, esses pacientes diminuem significativamente seu nível de atividade física, praticamente anulando o gasto de energia e desequilibrando a balança energética, já que contam com mais horas disponíveis para comer.
Cerca de 45% das pessoas entre 25 e 45 anos afirmam não dormir o suficiente, e 17% acumulam sono crônico, segundo um estudo publicado em março pelo Instituto Nacional de Prevenção e Educação para a Saúde (Inpes) da França.
A falta de sono desencadeia "verdadeiras epidemias de obesidade", e inclusive, doenças metabólicas como o diabetes, segundo Spiegel.
Por isso, a especialista acredita ser "pertinente" acrescentar nas prescrições de regime para pacientes obesos conselhos de comportamento relativos ao sono.
O professor de psicologia do IFN Patrick Lévy afirma que a obesidade tem relação direta com a síndrome da apnéia obstrutiva do sono, caracterizada pelas repetidas interrupções da respiração durante o sono.
Essa síndrome é provocada pela acumulação de gordura na região do pescoço, impedindo a passagem do ar pela faringe em direção aos pulmões.
Lévy diz que nos obesos pode-se observar uma "resistência à leptina", ainda mais notável no caso dos pacientes com apnéia, o que explicaria o risco destas pessoas de adquirir doenças cardiovasculares. EFE dr/wr/gs
"Demonstramos que uma redução do sono diminui a retenção do hormônio leptina - limitador do apetite - e aumenta a da grelina - que dá sensação de fome", afirma a doutora em neurociência do IFN Karine Spiegel, no relatório.
Desta forma, as pessoas que não dormem bem sofrem um aumento de 24% no apetite, especialmente de alimentos ricos em gorduras e açúcares.
Spiegel destaca que, devido ao cansaço, esses pacientes diminuem significativamente seu nível de atividade física, praticamente anulando o gasto de energia e desequilibrando a balança energética, já que contam com mais horas disponíveis para comer.
Cerca de 45% das pessoas entre 25 e 45 anos afirmam não dormir o suficiente, e 17% acumulam sono crônico, segundo um estudo publicado em março pelo Instituto Nacional de Prevenção e Educação para a Saúde (Inpes) da França.
A falta de sono desencadeia "verdadeiras epidemias de obesidade", e inclusive, doenças metabólicas como o diabetes, segundo Spiegel.
Por isso, a especialista acredita ser "pertinente" acrescentar nas prescrições de regime para pacientes obesos conselhos de comportamento relativos ao sono.
O professor de psicologia do IFN Patrick Lévy afirma que a obesidade tem relação direta com a síndrome da apnéia obstrutiva do sono, caracterizada pelas repetidas interrupções da respiração durante o sono.
Essa síndrome é provocada pela acumulação de gordura na região do pescoço, impedindo a passagem do ar pela faringe em direção aos pulmões.
Lévy diz que nos obesos pode-se observar uma "resistência à leptina", ainda mais notável no caso dos pacientes com apnéia, o que explicaria o risco destas pessoas de adquirir doenças cardiovasculares. EFE dr/wr/gs
terça-feira, 25 de março de 2008
O que realmente queremos - Castellani
Nos dias de hoje, visivelmente marcados pelo desenvolvimento econômico e tecnológico, o sucesso pessoal é dirigido basicamente a conquistas materiais. Somos valorizados pela competência em obter dinheiro, poder e status. Vivemos um cotidiano doente, onde pressão e ansiedade são nossos imperadores. Mas por que tanta pressa ?
Estamos numa era de mudanças rápidas, assim espera-se que tenhamos agilidade suficiente para vencer obstáculos, ganhar dinheiro, construir uma vida estável - nada mal para um final de milênio tão conturbado. Realmente, precisamos nos adaptar aos novos tempos.
Mas simplesmente se adaptar não basta. Precisamos, antes disto, criar um mundo melhor, gerar referências mais positivas para se viver. Senão iremos continuamente nos adaptar a padrões superficiais e sem sentido. Não quero dizer que ganhar dinheiro seja um mero detalhe. Ele é um instrumento da vida moderna necessário à sobrevivência e à realização de alguns de nossos sonhos mais concretos. Só não devemos confundir as coisas, relevando o dinheiro, ao invés de instrumento, como único objetivo. Reconhecer e valorizar também o que preenche nossos corações é essencial para atingir equilíbrio e paz de espírito.
Parece que as pessoas se esqueceram ou não querem enxergar aquilo que elas mais desejam: amor, contato, intimidade. Fomos enganados por padrões sociais que só valorizam o externo em detrimento do afeto das relações verdadeiramente humanas. É o calor, o contato entre as pessoas que move e preenche nossas vidas.
O ser humano precisa ser reconhecido e acreditado pelos outros. Ele precisa amar e ser amado; ser tocado, valorizado, compartilhar suas emoções e ser sinceramente aceito. É maravilhoso ter espaço para se expressar sem medo, é encantador poder ser a gente mesmo. É claro que o crescimento pessoal depende basicamente do nosso próprio esforço, mas o incentivo de quem nos ama e acredita em nossos mais íntimos potenciais atua como um vigoroso catalisador. Compartilhar dá asas à criatividade e desenvolve em muito nossa afetividade.
Acolher o indivíduo como ele é não é fácil, não fomos treinados para isto. O mundo moderno não nos prepara para exprimir afeição e carinho. Ora, aceitar o próximo não é simplesmente respeitar seu espaço e suas características pessoais. É, acima de tudo, reconhecer sua natureza única e particular, suas reais intenções, a luta íntima que o sujeito trava consigo mesmo tentando cada dia mais melhorar. Muitas vezes não temos paciência para lidar com as dificuldades dos outros. Exigimos perfeição em troca da nossa atenção. Vai ver o segredo é lidar com os outros, e não com as dificuldades. Como disse Carlos Molina, terapeuta sistêmico, devemos conhecer as pessoas como são, sem os problemas.
É claro que não podemos ser suas babás, alimentando carências e inseguranças, ou concordando com tudo que dizem. Mas podemos ser seus amigos. Podemos nos tornar disponíveis, oferecendo aquilo que às vezes tanto cobramos - amor. E assim poderemos ser realmente fortes para trilhar nosso rumo. O verdadeiro poder surge da harmonia dos sentimentos.
Publicado no "Estado de Minas", 22/10/96
Estamos numa era de mudanças rápidas, assim espera-se que tenhamos agilidade suficiente para vencer obstáculos, ganhar dinheiro, construir uma vida estável - nada mal para um final de milênio tão conturbado. Realmente, precisamos nos adaptar aos novos tempos.
Mas simplesmente se adaptar não basta. Precisamos, antes disto, criar um mundo melhor, gerar referências mais positivas para se viver. Senão iremos continuamente nos adaptar a padrões superficiais e sem sentido. Não quero dizer que ganhar dinheiro seja um mero detalhe. Ele é um instrumento da vida moderna necessário à sobrevivência e à realização de alguns de nossos sonhos mais concretos. Só não devemos confundir as coisas, relevando o dinheiro, ao invés de instrumento, como único objetivo. Reconhecer e valorizar também o que preenche nossos corações é essencial para atingir equilíbrio e paz de espírito.
Parece que as pessoas se esqueceram ou não querem enxergar aquilo que elas mais desejam: amor, contato, intimidade. Fomos enganados por padrões sociais que só valorizam o externo em detrimento do afeto das relações verdadeiramente humanas. É o calor, o contato entre as pessoas que move e preenche nossas vidas.
O ser humano precisa ser reconhecido e acreditado pelos outros. Ele precisa amar e ser amado; ser tocado, valorizado, compartilhar suas emoções e ser sinceramente aceito. É maravilhoso ter espaço para se expressar sem medo, é encantador poder ser a gente mesmo. É claro que o crescimento pessoal depende basicamente do nosso próprio esforço, mas o incentivo de quem nos ama e acredita em nossos mais íntimos potenciais atua como um vigoroso catalisador. Compartilhar dá asas à criatividade e desenvolve em muito nossa afetividade.
Acolher o indivíduo como ele é não é fácil, não fomos treinados para isto. O mundo moderno não nos prepara para exprimir afeição e carinho. Ora, aceitar o próximo não é simplesmente respeitar seu espaço e suas características pessoais. É, acima de tudo, reconhecer sua natureza única e particular, suas reais intenções, a luta íntima que o sujeito trava consigo mesmo tentando cada dia mais melhorar. Muitas vezes não temos paciência para lidar com as dificuldades dos outros. Exigimos perfeição em troca da nossa atenção. Vai ver o segredo é lidar com os outros, e não com as dificuldades. Como disse Carlos Molina, terapeuta sistêmico, devemos conhecer as pessoas como são, sem os problemas.
É claro que não podemos ser suas babás, alimentando carências e inseguranças, ou concordando com tudo que dizem. Mas podemos ser seus amigos. Podemos nos tornar disponíveis, oferecendo aquilo que às vezes tanto cobramos - amor. E assim poderemos ser realmente fortes para trilhar nosso rumo. O verdadeiro poder surge da harmonia dos sentimentos.
Publicado no "Estado de Minas", 22/10/96
domingo, 23 de março de 2008
Serotonina e a vontade de comer doces
A serotonina desempenha um importante papel no sistema nervoso, com diversas funções, como a liberação de alguns hormônios, a regulação do sono, da temperatura corporal, do apetite, do humor, da atividade motora e das funções cognitivas.
Essa substância é responsável por melhorar o humor, causando uma sensação de bem-estar. Já a sua falta tem sido relacionada a doenças graves, como mal de Parkinson, distonia neuromuscular e tremores. Depressão, ansiedade, comportamento compulsivo, agressividade, problemas afetivos e aumento do desejo de ingerir doces e carboidratos também estão relacionados.
Quando você estiver ansioso ou deprimido, observe se recorre a massas ou doces. Se houver falta de autocontrole e você estiver sempre desejando ingerir carboidratos e doces, pode ser uma indicação de um desequilíbrio da taxa de serotonina no cérebro. O desejo por certos tipos de alimentos nem sempre está associado à busca de prazer e saciedade. Poderá evidenciar um desequilíbrio químico e exigir um tratamento.
Com taxas normais de serotonina, a pessoa atinge mais facilmente a saciedade e consegue maior controle sobre a ingestão de açúcares. Medicamentos que aumentam a taxa de serotonina são cada vez mais utilizados para emagrecer. A sibutramina e a fluoxetina, medicamentos antidepressivos, costumam proporcionar maior controle sobre o apetite, especialmente para doces. Alimentos ricos em proteínas, como carne bovina e de peru, peixe, leite e seus derivados, amendoim, tâmara, banana etc., contêm triptofano, um nutriente que ajuda a combater os efeitos da falta de serotonina.
A avaliação de um médico especialista poderá esclarecer a necessidade, ou não, de algum medicamento que equilibre o funcionamento químico do cérebro. A fome e o prazer de comer podem induzir a erros de nutrição. Devemos nos alimentar conscientes de que podemos beneficiar ou prejudicar nossa saúde e nosso estilo de vida. A química cerebral agradece e contribui quando nossa alimentação é equilibrada e saudável.
Por Flávia Leão Fernandes
Psicóloga - CRP 06/68043
Essa substância é responsável por melhorar o humor, causando uma sensação de bem-estar. Já a sua falta tem sido relacionada a doenças graves, como mal de Parkinson, distonia neuromuscular e tremores. Depressão, ansiedade, comportamento compulsivo, agressividade, problemas afetivos e aumento do desejo de ingerir doces e carboidratos também estão relacionados.
Quando você estiver ansioso ou deprimido, observe se recorre a massas ou doces. Se houver falta de autocontrole e você estiver sempre desejando ingerir carboidratos e doces, pode ser uma indicação de um desequilíbrio da taxa de serotonina no cérebro. O desejo por certos tipos de alimentos nem sempre está associado à busca de prazer e saciedade. Poderá evidenciar um desequilíbrio químico e exigir um tratamento.
Com taxas normais de serotonina, a pessoa atinge mais facilmente a saciedade e consegue maior controle sobre a ingestão de açúcares. Medicamentos que aumentam a taxa de serotonina são cada vez mais utilizados para emagrecer. A sibutramina e a fluoxetina, medicamentos antidepressivos, costumam proporcionar maior controle sobre o apetite, especialmente para doces. Alimentos ricos em proteínas, como carne bovina e de peru, peixe, leite e seus derivados, amendoim, tâmara, banana etc., contêm triptofano, um nutriente que ajuda a combater os efeitos da falta de serotonina.
A avaliação de um médico especialista poderá esclarecer a necessidade, ou não, de algum medicamento que equilibre o funcionamento químico do cérebro. A fome e o prazer de comer podem induzir a erros de nutrição. Devemos nos alimentar conscientes de que podemos beneficiar ou prejudicar nossa saúde e nosso estilo de vida. A química cerebral agradece e contribui quando nossa alimentação é equilibrada e saudável.
Por Flávia Leão Fernandes
Psicóloga - CRP 06/68043
sexta-feira, 21 de março de 2008
Ciclo da Humanidade
Perguntaram ao Dalai Lama...
"O que mais te surpreende na Humanidade?"
E ele respondeu:
"Os homens... Porque perdem a saúde para juntar dinheiro, depois perdem dinheiro para recuperar a saúde.
E por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem do presente de tal forma que acabam por não viver nem o presente nem o futuro. E vivem como se nunca fossem morrer... e morrem como se nunca tivessem vivido. "
"O que mais te surpreende na Humanidade?"
E ele respondeu:
"Os homens... Porque perdem a saúde para juntar dinheiro, depois perdem dinheiro para recuperar a saúde.
E por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem do presente de tal forma que acabam por não viver nem o presente nem o futuro. E vivem como se nunca fossem morrer... e morrem como se nunca tivessem vivido. "
quarta-feira, 19 de março de 2008
Cérebro 'burro' é principal fator de estresse
Concordo plenamente com o neurocientista americano Robert M. Sapolsky que ao pesquisar babuínos na África, durante dez anos, concluiu que antecipar problemas causa estresse e destrói neurônios.
A solução para o problema é estar justamente com a cabeça onde o corpo está. Os animais por serem irracionais, fazem justamente isso. Como diz Sapolsky que as 'zebras só se estressam no momento certo', ou seja, na frente do leão e não antes de o leão aparecer. Quando se livram do leão o estresse acaba.
Há três décadas levanto duas bandeiras.
1ª) O homem deveria ter mais responsabilidade para não levar a vida tão a serio, uma vez que essa, no fundo, não tem nada de sério e concreto. Isso evidentemente não significa que as pessoas não devam trabalhar direito e nem terem horário, pois o trabalho em si é um grande momento de paz, como este agora escrevendo este texto.
2ª) A segunda bandeira parecia numa visão superficial ainda mais maluca. Eu dizia que era 'proibido' pensar; brincava até com um ditado que minha mãe costumava usar. Quando na adolescência ela me pegava acabrunhado e pensativo dizia: "De pensar morreu um burro".
Esse pensar tão prejudicial à saúde é o estopim inicial de terríveis doenças. Não me refiro ao pensar concreto do momento, planejando, estudando e aprendendo, enfim... ocupado na solução real de um problema, mas me refiro ao pensamento improdutivo, aquele pensamento completamente sem sentido, uma vez que não ajuda em nada na solução de um problema.
Significado real da preocupação
Como o próprio nome diz, a preocupação é uma ocupação mental muito antes do real acontecimento, não tendo nenhuma utilidade.
Devemos sim em face de um problema que iremos ter, daqui seis ou sete dias por exemplo, buscar se ocupar de algumas ações que possam nos preparar melhor para o dia do acontecimento. Ou seja, fazer um relatório, organizar documentos e uma série de atitudes concretas que irão realmente ajudar no dia do 'combate' ou do compromisso.
Se não há nada para fazer de concreto, não tem nenhum sentido lógico e inteligente ficar pensando e preocupado. O resultado será perda de tempo e consumo energético da ocupação dos seus neurônios, com algo que você não tem controle e nem sabe ao certo se irá realmente ocorrer e como irá ocorrer. Esse fato além de tudo, trará sérios problemas para a sua saúde.
A falta de domínio sobre sua mente, deixando que ela tome posse de você e não você dela, é o que nos impede de atingirmos os tão falados 120 anos de idade do mamífero que somos. O individuo preocupado vai aos poucos se matando.
Cérebro 'burro'
Quando você passa a ocupar sua mente com algo que não esta ocorrendo, você aciona um mecanismo que é um verdadeiro desastre orgânico. Deixei muito claro no meu livro que o cérebro é 'burro', mas ele é muito mais 'burro' que a gente possa supor. Uma vez que quando você está pensando no combate – entrevista, reunião, concurso, apresentação, palestra – que irá travar na quinta feira da outra semana, o seu cérebro não sabe que você está só pensando; ele tem certeza que você está se lançando em pleno combate e necessita de todas suas forças.
Então o cérebro fabrica hormônios - os mais potentes - para que você tenha o melhor desempenho. Entre esses hormônios lançados pelo cérebro, temos o famoso cortisol um hormônio que, juntamente com outros, aciona mecanismos para que nós possamos render o máximo, foi ele justamente o elemento responsável por nós estarmos hoje vivos.
Esses hormônios acionados pelo cérebro, não havendo nenhum objetivo de ação para esse monumental combate, passam a correr sedentos pela corrente circulatória, destruindo neurônios.
Mas voltando agora ao pensamento antecipatório. Na verdade você não está em nenhum combate, está apenas sentado numa poltrona, numa cadeira, com o pé encostado numa parede, pensando, pensando... se 'matando'
A cabeça e o corpo
Não podemos deixar de exercitar sempre aquela premissa básica que tanto falo, leve sempre a sua cabeça junto com o seu corpo. E use sua mente apenas dentro do momento físico em que você se encontra. Vigie sua mente, sempre, para que ela não saia por aí, buscando problemas que ainda não existem e até podem nunca existir. Se preocupe com os problemas na hora dos problemas, até porque antes, não ajuda em nada. Leve a vida leve. Ocupe-se com o momento presente, fique mais com você. E isso ajudará demais a sua saúde. Sua cabeça tem de estar onde seu corpo está.
Por Nuno Cobra
A solução para o problema é estar justamente com a cabeça onde o corpo está. Os animais por serem irracionais, fazem justamente isso. Como diz Sapolsky que as 'zebras só se estressam no momento certo', ou seja, na frente do leão e não antes de o leão aparecer. Quando se livram do leão o estresse acaba.
Há três décadas levanto duas bandeiras.
1ª) O homem deveria ter mais responsabilidade para não levar a vida tão a serio, uma vez que essa, no fundo, não tem nada de sério e concreto. Isso evidentemente não significa que as pessoas não devam trabalhar direito e nem terem horário, pois o trabalho em si é um grande momento de paz, como este agora escrevendo este texto.
2ª) A segunda bandeira parecia numa visão superficial ainda mais maluca. Eu dizia que era 'proibido' pensar; brincava até com um ditado que minha mãe costumava usar. Quando na adolescência ela me pegava acabrunhado e pensativo dizia: "De pensar morreu um burro".
Esse pensar tão prejudicial à saúde é o estopim inicial de terríveis doenças. Não me refiro ao pensar concreto do momento, planejando, estudando e aprendendo, enfim... ocupado na solução real de um problema, mas me refiro ao pensamento improdutivo, aquele pensamento completamente sem sentido, uma vez que não ajuda em nada na solução de um problema.
Significado real da preocupação
Como o próprio nome diz, a preocupação é uma ocupação mental muito antes do real acontecimento, não tendo nenhuma utilidade.
Devemos sim em face de um problema que iremos ter, daqui seis ou sete dias por exemplo, buscar se ocupar de algumas ações que possam nos preparar melhor para o dia do acontecimento. Ou seja, fazer um relatório, organizar documentos e uma série de atitudes concretas que irão realmente ajudar no dia do 'combate' ou do compromisso.
Se não há nada para fazer de concreto, não tem nenhum sentido lógico e inteligente ficar pensando e preocupado. O resultado será perda de tempo e consumo energético da ocupação dos seus neurônios, com algo que você não tem controle e nem sabe ao certo se irá realmente ocorrer e como irá ocorrer. Esse fato além de tudo, trará sérios problemas para a sua saúde.
A falta de domínio sobre sua mente, deixando que ela tome posse de você e não você dela, é o que nos impede de atingirmos os tão falados 120 anos de idade do mamífero que somos. O individuo preocupado vai aos poucos se matando.
Cérebro 'burro'
Quando você passa a ocupar sua mente com algo que não esta ocorrendo, você aciona um mecanismo que é um verdadeiro desastre orgânico. Deixei muito claro no meu livro que o cérebro é 'burro', mas ele é muito mais 'burro' que a gente possa supor. Uma vez que quando você está pensando no combate – entrevista, reunião, concurso, apresentação, palestra – que irá travar na quinta feira da outra semana, o seu cérebro não sabe que você está só pensando; ele tem certeza que você está se lançando em pleno combate e necessita de todas suas forças.
Então o cérebro fabrica hormônios - os mais potentes - para que você tenha o melhor desempenho. Entre esses hormônios lançados pelo cérebro, temos o famoso cortisol um hormônio que, juntamente com outros, aciona mecanismos para que nós possamos render o máximo, foi ele justamente o elemento responsável por nós estarmos hoje vivos.
Esses hormônios acionados pelo cérebro, não havendo nenhum objetivo de ação para esse monumental combate, passam a correr sedentos pela corrente circulatória, destruindo neurônios.
Mas voltando agora ao pensamento antecipatório. Na verdade você não está em nenhum combate, está apenas sentado numa poltrona, numa cadeira, com o pé encostado numa parede, pensando, pensando... se 'matando'
A cabeça e o corpo
Não podemos deixar de exercitar sempre aquela premissa básica que tanto falo, leve sempre a sua cabeça junto com o seu corpo. E use sua mente apenas dentro do momento físico em que você se encontra. Vigie sua mente, sempre, para que ela não saia por aí, buscando problemas que ainda não existem e até podem nunca existir. Se preocupe com os problemas na hora dos problemas, até porque antes, não ajuda em nada. Leve a vida leve. Ocupe-se com o momento presente, fique mais com você. E isso ajudará demais a sua saúde. Sua cabeça tem de estar onde seu corpo está.
Por Nuno Cobra
quarta-feira, 12 de março de 2008
A qualidade de vida em primeiro lugar
Artigo originalmente publicado na Gazeta Mercantil
www.gazetamercantil.com.br
São Paulo, 18 de Fevereiro de 2008
Um estudo publicado recentemente pela Escola de Medicina de Harvard mostrou que, no ano passado, empresas norte-americanas tiveram prejuízo de nada menos do que US$ 44 bilhões devido a problemas de saúde de seus funcionários. Apesar de não haver ainda um estudo parecido no Brasil, as perdas aqui também são grandes. Quem revela é o médico Marcelo Dratcu, gestor de Sistemas de Saúde pelo Gallilee College (Israel) e pesquisador na área de terapia cognitivo-comportamental.
Em palestras em grandes corporações nacionais, ele observou que as perdas financeiras são enormes. "Se uma pessoa reduz suas condições de trabalho, prejudica a empresa e a si mesmo", diz o médico. "A busca pelo sucesso e pelos resultados dentro de uma empresa é um fator estressor para qualquer profissional. E o que pouca gente sabe é que tanto a produtividade quanto a ascensão profissional estão totalmente ligados ao bem-estar físico e mental do indivíduo", diz.
Nas empresas em que visitou, observou que os maiores problemas são relacionados ao presenteísmo (o cidadão está no local de trabalho apenas de corpo presente), o absenteísmo (ausência), doenças ocupacionais, transtornos de ansiedade e de humor, como a Síndrome de Burnout (esgotamento físico e mental causado pelo excesso de trabalho), fobias, transtorno obsessivo-compulsivo, estresse e workaholismo. "Ansiosos por serem bons profissionais, muitos funcionários acabam deixando em segundo plano a qualidade de vida. Quando se dá conta, tudo está dando errado."
O resultado de suas visitas e palestras foi publicado no recém-lançado livro "Por que não me disseram isso antes?!" (editora Saraiva). No volume, Dratcu faz uma análise do homem moderno em relação ao seu rendimento profissional e pessoal. O médico ainda aborda técnicas simples e objetivas de intervenções corporais que aplicou em algumas empresas, como exercícios simples de respiração e de relaxamento muscular, que ajudam a amenizar sintomas da síndrome do trabalho vazio, uma doença na qual se verificam sintomas como a necessidade de seduzir, a confusão nas relações e a tendências a bisbilhotar a vida alheia.
Com a tese de que ninguém é essencialmente diferente na empresa, em casa e no lazer, o médico chama a atenção sobre a importância da prática dos bons hábitos de vida.
Empresas apostam na atitude zen
Um levantamento feito pela Associação Brasileira de Qualidade de Vida (ABQV) entre 27 empresas, que possuem programas de gerenciamento de estresse dedicados a funcionários, mostrou que a produtividade aumentou em média 30% no últimos dez anos. Entre as ações preferidas destas empresas - Avon Cosméticos Ltda., Banco Itaú Holding Financeira S/A, Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo, Dow Brasil S.A, NestléBrasil Ltda, Editora Abril S/A e a Prefeitura Municipal de Curitiba, entre outras - estão a massagem, o yoga e o shiatsu."O objetivo da avaliação da ABQV foi verificar como essas empresas estavam mantendo osprogramas de qualidade de vidaentre funcionários que haviam sido destacados em edições anteriores do prêmio concedido pela associação", diz Alberto Ogata, presidente da entidade. "Mesmo que as empresas estejam investindo na qualidade de vida dos funcionários, muitosgestores de RH se queixam que falta bibliografia sobre o assunto no Brasil, para assim convencer a alta direção das corporações de que vale a pena investir nisso, de forma a evitar o afastamento por motivos de saúde, diminuir os custos de assistência médica e melhorar o clima na empresa.
"O levantamento da ABQV verificou que 92% das empresas entrevistadas estão ampliando seus programas de qualidade de vida.O maior desafio, ainda segundo a pesquisa, são os recursos orçamentários destinados aos programas, que continuam relativamente escassos. A principal conclusão é que,apesar de programas de "qualidade de vida" serem uma área recente nas empresas, já está sendoadotada com mais intensidade,graças aos primeiros resultados concretos."Nos Estados Unidos, pesqui-sas recentes demonstraram que programas bem estruturados no ambiente de trabalho trazem retorno econômico significativo, por meio de redução de custos de assistência médica, faltas ao trabalho, aposentadorias precoces e presenteísmo", diz Ogata.
www.gazetamercantil.com.br
São Paulo, 18 de Fevereiro de 2008
Um estudo publicado recentemente pela Escola de Medicina de Harvard mostrou que, no ano passado, empresas norte-americanas tiveram prejuízo de nada menos do que US$ 44 bilhões devido a problemas de saúde de seus funcionários. Apesar de não haver ainda um estudo parecido no Brasil, as perdas aqui também são grandes. Quem revela é o médico Marcelo Dratcu, gestor de Sistemas de Saúde pelo Gallilee College (Israel) e pesquisador na área de terapia cognitivo-comportamental.
Em palestras em grandes corporações nacionais, ele observou que as perdas financeiras são enormes. "Se uma pessoa reduz suas condições de trabalho, prejudica a empresa e a si mesmo", diz o médico. "A busca pelo sucesso e pelos resultados dentro de uma empresa é um fator estressor para qualquer profissional. E o que pouca gente sabe é que tanto a produtividade quanto a ascensão profissional estão totalmente ligados ao bem-estar físico e mental do indivíduo", diz.
Nas empresas em que visitou, observou que os maiores problemas são relacionados ao presenteísmo (o cidadão está no local de trabalho apenas de corpo presente), o absenteísmo (ausência), doenças ocupacionais, transtornos de ansiedade e de humor, como a Síndrome de Burnout (esgotamento físico e mental causado pelo excesso de trabalho), fobias, transtorno obsessivo-compulsivo, estresse e workaholismo. "Ansiosos por serem bons profissionais, muitos funcionários acabam deixando em segundo plano a qualidade de vida. Quando se dá conta, tudo está dando errado."
O resultado de suas visitas e palestras foi publicado no recém-lançado livro "Por que não me disseram isso antes?!" (editora Saraiva). No volume, Dratcu faz uma análise do homem moderno em relação ao seu rendimento profissional e pessoal. O médico ainda aborda técnicas simples e objetivas de intervenções corporais que aplicou em algumas empresas, como exercícios simples de respiração e de relaxamento muscular, que ajudam a amenizar sintomas da síndrome do trabalho vazio, uma doença na qual se verificam sintomas como a necessidade de seduzir, a confusão nas relações e a tendências a bisbilhotar a vida alheia.
Com a tese de que ninguém é essencialmente diferente na empresa, em casa e no lazer, o médico chama a atenção sobre a importância da prática dos bons hábitos de vida.
Empresas apostam na atitude zen
Um levantamento feito pela Associação Brasileira de Qualidade de Vida (ABQV) entre 27 empresas, que possuem programas de gerenciamento de estresse dedicados a funcionários, mostrou que a produtividade aumentou em média 30% no últimos dez anos. Entre as ações preferidas destas empresas - Avon Cosméticos Ltda., Banco Itaú Holding Financeira S/A, Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo, Dow Brasil S.A, NestléBrasil Ltda, Editora Abril S/A e a Prefeitura Municipal de Curitiba, entre outras - estão a massagem, o yoga e o shiatsu."O objetivo da avaliação da ABQV foi verificar como essas empresas estavam mantendo osprogramas de qualidade de vidaentre funcionários que haviam sido destacados em edições anteriores do prêmio concedido pela associação", diz Alberto Ogata, presidente da entidade. "Mesmo que as empresas estejam investindo na qualidade de vida dos funcionários, muitosgestores de RH se queixam que falta bibliografia sobre o assunto no Brasil, para assim convencer a alta direção das corporações de que vale a pena investir nisso, de forma a evitar o afastamento por motivos de saúde, diminuir os custos de assistência médica e melhorar o clima na empresa.
"O levantamento da ABQV verificou que 92% das empresas entrevistadas estão ampliando seus programas de qualidade de vida.O maior desafio, ainda segundo a pesquisa, são os recursos orçamentários destinados aos programas, que continuam relativamente escassos. A principal conclusão é que,apesar de programas de "qualidade de vida" serem uma área recente nas empresas, já está sendoadotada com mais intensidade,graças aos primeiros resultados concretos."Nos Estados Unidos, pesqui-sas recentes demonstraram que programas bem estruturados no ambiente de trabalho trazem retorno econômico significativo, por meio de redução de custos de assistência médica, faltas ao trabalho, aposentadorias precoces e presenteísmo", diz Ogata.
Síndrome de Burnout - Marcelo Dratcu
A Síndrome de Burnout (SBO) é o nome dado à fadiga no trabalho, um estado de esgotamento físico e mental cuja causa está intimamente ligada à vida profissional. O termo "burnout" (do inglês "combustão completa") descreve a sensação de exaustão de uma pessoa e pode ser causado pelo esforço excessivo no trabalho. Entre os sintomas mais freqüentes estão o desânimo, o sentimento de impotência ou derrota, a instabilidade do humor e a sensação de perseguição, que pode levar o indivíduo a ter pensamentos de morte e até tentar o suicídio.
A doença se manifesta de várias formas, dependendo do nível de estresse do indivíduo. Ela prejudica as relações com colegas, que acabam isolando o profissional do grupo. As doenças psicossomáticas, como as dores crônicas (cabeça ou nas costas), debilitam ainda mais o profissional, que acaba por se automedicar. Por passarem a maior parte do tempo trabalhando, os executivos que têm uma situação desfavorável nesse ambiente acabam desencadeando problemas na sua vida familiar e afetiva.
Do ponto de vista organizacional, a SBO significa perda de produtividade devido ao presenteísmo, que é o baixo desempenho na presença física do trabalhador. O absenteísmo, ou seja, faltas no trabalho, é uma das conseqüências da síndrome, pois o profissional se sente inútil e perde o prazer em realizar suas atividades. A alternância de empregos é freqüente, pois o colaborador não se sente confortável perante suas funções e à empresa. Cerca de 10% dos executivos americanos sofrem do distúrbio, e o número é ainda maior em alguns países da Europa. No Brasil, não há dados concretos, mas acredita-se que a síndrome esteja se alastrando rapidamente.
Apesar de a SBO representar um processo individual, aspectos organizacionais podem desencadear ou agravá-lo. Pesquisas têm demonstrado uma série de fatores estressores frequentemente relacionados à síndrome, como o sistema de trabalho muito rígido, falta de autonomia, sobrecarga de trabalho, competição entre funcionários. As pessoas atualmente passam a maior parte do tempo em seu trabalho. A situação desfavorável nesse ambiente pode desencadear problemas na sua vida familiar e afetiva.
Diagnosticar a doença é uma tarefa difícil porque o trabalhador reluta em admitir que sofra esse problema e teme contar aos superiores. O funcionário tem medo de ser demitido ou ridicularizado pelo chefe. Quando um funcionário consegue detectar que sofre da SBO, a primeira coisa a fazer é procurar seu superior ou o setor de recursos humanos. Às vezes o indivíduo tem talentos que não foram descobertos, e que precisa apenas trocar de departamento ou de cargo. De qualquer forma, não é necessário parar de trabalhar. O ideal é que se descubra o que causa o esgotamento no trabalho, a fim de reestruturar sua rotina e sua carreira.
O convívio com a família contribui para a melhora na carreira do profissional. Aqueles que não descansam nos feriados e fins de semana devem se dedicar aos momentos de lazer, se desligando dos problemas do trabalho.
As terapias cognitivo-comportamentais são muito úteis para o tratamento. Além de aprender a relaxar e controlar pensamentos e emoções disfuncionais e negativos, o indivíduo é estimulado a mudar seus comportamentos e hábitos de vida de forma efetiva. A solução para a SBO, depende do esforço por parte do trabalhador e da empresa. Assim, o funcionário ganha qualidade de vida e a empresa, produtividade.
A doença se manifesta de várias formas, dependendo do nível de estresse do indivíduo. Ela prejudica as relações com colegas, que acabam isolando o profissional do grupo. As doenças psicossomáticas, como as dores crônicas (cabeça ou nas costas), debilitam ainda mais o profissional, que acaba por se automedicar. Por passarem a maior parte do tempo trabalhando, os executivos que têm uma situação desfavorável nesse ambiente acabam desencadeando problemas na sua vida familiar e afetiva.
Do ponto de vista organizacional, a SBO significa perda de produtividade devido ao presenteísmo, que é o baixo desempenho na presença física do trabalhador. O absenteísmo, ou seja, faltas no trabalho, é uma das conseqüências da síndrome, pois o profissional se sente inútil e perde o prazer em realizar suas atividades. A alternância de empregos é freqüente, pois o colaborador não se sente confortável perante suas funções e à empresa. Cerca de 10% dos executivos americanos sofrem do distúrbio, e o número é ainda maior em alguns países da Europa. No Brasil, não há dados concretos, mas acredita-se que a síndrome esteja se alastrando rapidamente.
Apesar de a SBO representar um processo individual, aspectos organizacionais podem desencadear ou agravá-lo. Pesquisas têm demonstrado uma série de fatores estressores frequentemente relacionados à síndrome, como o sistema de trabalho muito rígido, falta de autonomia, sobrecarga de trabalho, competição entre funcionários. As pessoas atualmente passam a maior parte do tempo em seu trabalho. A situação desfavorável nesse ambiente pode desencadear problemas na sua vida familiar e afetiva.
Diagnosticar a doença é uma tarefa difícil porque o trabalhador reluta em admitir que sofra esse problema e teme contar aos superiores. O funcionário tem medo de ser demitido ou ridicularizado pelo chefe. Quando um funcionário consegue detectar que sofre da SBO, a primeira coisa a fazer é procurar seu superior ou o setor de recursos humanos. Às vezes o indivíduo tem talentos que não foram descobertos, e que precisa apenas trocar de departamento ou de cargo. De qualquer forma, não é necessário parar de trabalhar. O ideal é que se descubra o que causa o esgotamento no trabalho, a fim de reestruturar sua rotina e sua carreira.
O convívio com a família contribui para a melhora na carreira do profissional. Aqueles que não descansam nos feriados e fins de semana devem se dedicar aos momentos de lazer, se desligando dos problemas do trabalho.
As terapias cognitivo-comportamentais são muito úteis para o tratamento. Além de aprender a relaxar e controlar pensamentos e emoções disfuncionais e negativos, o indivíduo é estimulado a mudar seus comportamentos e hábitos de vida de forma efetiva. A solução para a SBO, depende do esforço por parte do trabalhador e da empresa. Assim, o funcionário ganha qualidade de vida e a empresa, produtividade.
terça-feira, 11 de março de 2008
'Fumantes tornam filhos doentes'
Um dos principais hospitais britânicos disse que um terço das crianças que atende em determinados casos ficam doentes porque os pais fumam na frente delas.
A incidência de bronquite, asma e infecções no ouvido poderia ser reduzida se os pais abandonassem o tabagismo, disse Steve Ryan, diretor clínico do Hospital Alder Hey, de Liverpool, no norte da Inglaterra.
Segundo Ryan, os pais mentem com freqüência sobre se fumam ou não na frente dos filhos.
A Fundação Britânica para o Pulmão diz que 17 mil crianças com menos de cinco anos recebem tratamento médico a cada ano por exposição à fumaça de cigarros.
'Sentimento de culpa'
A cada 35 mil crianças atendidas no hospital de Liverpool a cada ano, 2 mil precisam de assistência médica porque foram expostas ao fumo pelos pais, disse Ryan em entrevista na Rádio BBC Five Live.
Entre um quarto e um terço dos menores com males como infecções pulmonares e asma eram fumantes passivos.
Os pais costumam saber das implicações de fumar perto de seus filhos, acrescentou o médico. "As pessoas se sentem culpadas."
"Se fosse fácil, eles parariam. Cuidar de crianças é divertido mas pode ser estressante e, para alguns, cigarros são uma forma de aliviar a tensão."
Para ele, legislação coibindo o tabagismo não é uma solução para o problema. É necessário conscientizar os pais dos vários graus de risco apresentados pelo hábito de fumar.
Ryan disse que o risco maior para os menores é quando os pais fumam dentro do carro, onde as crianças estão "presas" e expostas a fumaça concentrada.
Mães fumantes representam um risco maior do que pais fumantes e fumar no mesmo cômodo de uma criança também traz um alto risco, afirmou.
A incidência de bronquite, asma e infecções no ouvido poderia ser reduzida se os pais abandonassem o tabagismo, disse Steve Ryan, diretor clínico do Hospital Alder Hey, de Liverpool, no norte da Inglaterra.
Segundo Ryan, os pais mentem com freqüência sobre se fumam ou não na frente dos filhos.
A Fundação Britânica para o Pulmão diz que 17 mil crianças com menos de cinco anos recebem tratamento médico a cada ano por exposição à fumaça de cigarros.
'Sentimento de culpa'
A cada 35 mil crianças atendidas no hospital de Liverpool a cada ano, 2 mil precisam de assistência médica porque foram expostas ao fumo pelos pais, disse Ryan em entrevista na Rádio BBC Five Live.
Entre um quarto e um terço dos menores com males como infecções pulmonares e asma eram fumantes passivos.
Os pais costumam saber das implicações de fumar perto de seus filhos, acrescentou o médico. "As pessoas se sentem culpadas."
"Se fosse fácil, eles parariam. Cuidar de crianças é divertido mas pode ser estressante e, para alguns, cigarros são uma forma de aliviar a tensão."
Para ele, legislação coibindo o tabagismo não é uma solução para o problema. É necessário conscientizar os pais dos vários graus de risco apresentados pelo hábito de fumar.
Ryan disse que o risco maior para os menores é quando os pais fumam dentro do carro, onde as crianças estão "presas" e expostas a fumaça concentrada.
Mães fumantes representam um risco maior do que pais fumantes e fumar no mesmo cômodo de uma criança também traz um alto risco, afirmou.
domingo, 9 de março de 2008
Cortar os carboidratos das refeições?
Perdemos mais peso quando cortamos os carboidratos das refeições?
Por Por Luciano R. Giacaglia (*)
São Paulo, 06/03 (AE) - A resposta é sim. Mas antes que esta afirmação possa causar uma revolução em nossa dieta diária e a completa abolição deste importante nutriente, devemos fazer a seguinte pergunta: perder peso é igual a emagrecer? Agora, a resposta para esta pergunta é não.
Ao suprimir os carboidratos da dieta, restringimos nosso corpo de sua maior fonte de energia, que é o açúcar provindo dos carboidratos. Dietas sem carboidratos nos deixam fracos, deprimidos e irritados, uma vez que o açúcar também estimula a produção de serotonina no cérebro, substância esta que nos dá energia e prazer. Se você não for nenhum monge do "auto-controle", seu cérebro responderá com ataques compulsivos por doces ao longo do dia. O carboidrato também carrega consigo grande volume de água, fazendo com que parte do peso perdido seja meramente às custas de água. Mas o pior está por vir.
Alguns órgãos de nosso organismo, como o cérebro, o coração, os rins e a medula óssea, são exclusivamente dependentes de açúcar. A supressão deste nutriente acarreta destruição de nossas proteínas musculares, que são então transformadas em açúcar pelo fígado. Como o músculo e a água são mais pesados que a gordura (lembre-se da experiência de escola ao se misturar água e óleo, o óleo fica na fase superior por ser mais leve), a perda de peso é maior.
Aí devemos questionar: queremos perder peso rápido e ficar flácidos, fracos e deprimidos; ou perder peso lentamente, às custas de gordura, e nos tornar esbeltos, saudáveis e felizes? A resposta fica para cada de um nós responder.
(*) Luciano R. Giacaglia é endocrinologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo
Por Por Luciano R. Giacaglia (*)
São Paulo, 06/03 (AE) - A resposta é sim. Mas antes que esta afirmação possa causar uma revolução em nossa dieta diária e a completa abolição deste importante nutriente, devemos fazer a seguinte pergunta: perder peso é igual a emagrecer? Agora, a resposta para esta pergunta é não.
Ao suprimir os carboidratos da dieta, restringimos nosso corpo de sua maior fonte de energia, que é o açúcar provindo dos carboidratos. Dietas sem carboidratos nos deixam fracos, deprimidos e irritados, uma vez que o açúcar também estimula a produção de serotonina no cérebro, substância esta que nos dá energia e prazer. Se você não for nenhum monge do "auto-controle", seu cérebro responderá com ataques compulsivos por doces ao longo do dia. O carboidrato também carrega consigo grande volume de água, fazendo com que parte do peso perdido seja meramente às custas de água. Mas o pior está por vir.
Alguns órgãos de nosso organismo, como o cérebro, o coração, os rins e a medula óssea, são exclusivamente dependentes de açúcar. A supressão deste nutriente acarreta destruição de nossas proteínas musculares, que são então transformadas em açúcar pelo fígado. Como o músculo e a água são mais pesados que a gordura (lembre-se da experiência de escola ao se misturar água e óleo, o óleo fica na fase superior por ser mais leve), a perda de peso é maior.
Aí devemos questionar: queremos perder peso rápido e ficar flácidos, fracos e deprimidos; ou perder peso lentamente, às custas de gordura, e nos tornar esbeltos, saudáveis e felizes? A resposta fica para cada de um nós responder.
(*) Luciano R. Giacaglia é endocrinologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo
Felicidade pode ser herdada
LONDRES (Reuters) - Não se pode comprar a felicidade, mas parece que é possível pelo menos herdá-la, disseram pesquisadores britânicos e australianos na quinta-feira(06/03/2008).
Um estudo com pelo menos 1.000 pares de gêmeos idênticos e não-idênticos descobriu que os genes controlam metade dos traços da personalidade que tornam uma pessoa feliz, enquanto fatores como relacionamentos, saúde e carreira são responsáveis pelo restante de nosso bem-estar.
"Descobrimos que cerca da metade das diferenças em relação à felicidade são genéticas", disse Tim Bates, pesquisador da Universidade de Edimburgo, que conduziu o estudo. "É realmente surpreendente."
Os pesquisadores fizeram aos voluntários, cuja idade variava de 25 a 75 anos, uma série de perguntas sobre sua personalidade, como quanto eles se preocupam e quão satisfeitos estão com suas vidas.
Como os gêmeos idênticos têm os mesmos genes (ao contrário dos gêmeos fraternos), os pesquisadores puderam identificar genes em comum que resultam em certos traços de personalidade e predispõem as pessoas à felicidade.
Pessoas sociáveis, ativas, estáveis, trabalhadoras e cuidadosas tendem a ser mais felizes, relataram os pesquisadores na revista Psychological Science. "O que o estudo mostra é que gêmeos idênticos têm personalidade e (conceito de) bem-estar muito similares. Por outro lado, tais semelhanças entre os gêmeos fraternos caem aproximadamente pela metade", disse Bates. "Isso implica fortemente em genes."
Os resultados representam uma importante peça no quebra-cabeça para os pesquisadores que estejam tentando entender melhor a depressão e o que faz diferentes pessoas felizes ou infelizes, disse Bates.
As pessoas que herdam uma personalidade mais positiva podem, conseqüentemente, ter uma reserva de felicidade para usar nas horas de estresse, acrescentou o pesquisador.
"Uma conclusão importante é que certos traços de personalidade, como ser extrovertido, calmo e confiável, dotam a pessoa de um recurso, uma 'reserva afetiva', que leva à felicidade futura", disse Bates.
(Reportagem de Michael Kahn)
Um estudo com pelo menos 1.000 pares de gêmeos idênticos e não-idênticos descobriu que os genes controlam metade dos traços da personalidade que tornam uma pessoa feliz, enquanto fatores como relacionamentos, saúde e carreira são responsáveis pelo restante de nosso bem-estar.
"Descobrimos que cerca da metade das diferenças em relação à felicidade são genéticas", disse Tim Bates, pesquisador da Universidade de Edimburgo, que conduziu o estudo. "É realmente surpreendente."
Os pesquisadores fizeram aos voluntários, cuja idade variava de 25 a 75 anos, uma série de perguntas sobre sua personalidade, como quanto eles se preocupam e quão satisfeitos estão com suas vidas.
Como os gêmeos idênticos têm os mesmos genes (ao contrário dos gêmeos fraternos), os pesquisadores puderam identificar genes em comum que resultam em certos traços de personalidade e predispõem as pessoas à felicidade.
Pessoas sociáveis, ativas, estáveis, trabalhadoras e cuidadosas tendem a ser mais felizes, relataram os pesquisadores na revista Psychological Science. "O que o estudo mostra é que gêmeos idênticos têm personalidade e (conceito de) bem-estar muito similares. Por outro lado, tais semelhanças entre os gêmeos fraternos caem aproximadamente pela metade", disse Bates. "Isso implica fortemente em genes."
Os resultados representam uma importante peça no quebra-cabeça para os pesquisadores que estejam tentando entender melhor a depressão e o que faz diferentes pessoas felizes ou infelizes, disse Bates.
As pessoas que herdam uma personalidade mais positiva podem, conseqüentemente, ter uma reserva de felicidade para usar nas horas de estresse, acrescentou o pesquisador.
"Uma conclusão importante é que certos traços de personalidade, como ser extrovertido, calmo e confiável, dotam a pessoa de um recurso, uma 'reserva afetiva', que leva à felicidade futura", disse Bates.
(Reportagem de Michael Kahn)
sábado, 8 de março de 2008
Como as emoções influenciam a memória
Fatores chamados de não cognitivos influenciam no desempenho de memória de maneira significativa. Os estados afetivos, o humor ou emoção alteram o processamento das informações. Ou seja, nossos sistemas de memória podem estar funcionando adequadamente, mas se estivermos em estado de tensão, estresse, depressão ou ansiedade teremos dificuldades na recepção e registro de informação.
Do ponto de vista biológico, durante o momento de estresse, liberam-se grandes quantidades de corticóides (substância química que nosso corpo produz) pela glândula supra-renal que inibem todos os processos de produção e evocação de todo tipo de memória, o que causa o famoso "branco".
A atenção e a concentração são outros fatores que se não estiverem bem alertas prejudicam o desempenho de memória. Na dificuldade de atenção a pessoa não consegue focalizar num ponto sua atenção, impedindo a recepção da informação. Tal fato é comum quando estamos lendo um livro e pensando no almoço, na namorada, no filme de ontem, etc... Essa pode ser uma dificuldade passageira de atenção, mas que influência a memória.
A memória é fortemente influenciada por fatores afetivos e psicológicos, isso acontece por um mecanismo de autodefesa do ego, uma forma de proteger a pessoa das emoções prejudiciais. Porém, em casos de transtornos de afetos, um tratamento com profissionais especializados, psiquiatras e psicólogos torna-se fundamental. A meditação também tem se mostrado muito importante para o equilíbrio e estabilidade mental.
Crenças negativas e baixa auto-estima também alteram o funcionamento da memória. Muitas pessoas se titulam como esquecidas ou com uma memória ruim. A crença negativa sobre sua capacidade impede você de alcançar ou realizar o que realmente gostaria de realizar.
As crenças sobre os desempenhos de memória são importantes para saber o quanto as pessoas percebem suas potencialidades e limitações, ou seja, é o quão você acredita que sua memória é boa ou não. As crenças têm um papel adaptativo. Elas contribuem para que o indivíduo forme opiniões sobre si mesmo, sobre outrem, definições, percepções sobre suas capacidades e como devem se posicionar frente às atividades do dia-a-dia.
Do ponto de vista biológico, durante o momento de estresse, liberam-se grandes quantidades de corticóides (substância química que nosso corpo produz) pela glândula supra-renal que inibem todos os processos de produção e evocação de todo tipo de memória, o que causa o famoso "branco".
A atenção e a concentração são outros fatores que se não estiverem bem alertas prejudicam o desempenho de memória. Na dificuldade de atenção a pessoa não consegue focalizar num ponto sua atenção, impedindo a recepção da informação. Tal fato é comum quando estamos lendo um livro e pensando no almoço, na namorada, no filme de ontem, etc... Essa pode ser uma dificuldade passageira de atenção, mas que influência a memória.
A memória é fortemente influenciada por fatores afetivos e psicológicos, isso acontece por um mecanismo de autodefesa do ego, uma forma de proteger a pessoa das emoções prejudiciais. Porém, em casos de transtornos de afetos, um tratamento com profissionais especializados, psiquiatras e psicólogos torna-se fundamental. A meditação também tem se mostrado muito importante para o equilíbrio e estabilidade mental.
Crenças negativas e baixa auto-estima também alteram o funcionamento da memória. Muitas pessoas se titulam como esquecidas ou com uma memória ruim. A crença negativa sobre sua capacidade impede você de alcançar ou realizar o que realmente gostaria de realizar.
As crenças sobre os desempenhos de memória são importantes para saber o quanto as pessoas percebem suas potencialidades e limitações, ou seja, é o quão você acredita que sua memória é boa ou não. As crenças têm um papel adaptativo. Elas contribuem para que o indivíduo forme opiniões sobre si mesmo, sobre outrem, definições, percepções sobre suas capacidades e como devem se posicionar frente às atividades do dia-a-dia.
sexta-feira, 7 de março de 2008
Poema em Linha Reta - Fernando Pessoa
Nunca conheci quem tivesse levado porrada.
Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.
E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil,
Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita,
Indesculpavelmente sujo.
Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho,
Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo,
Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas,
Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e arrogante,
Que tenho sofrido enxovalhos e calado,
Que quando não tenho calado, tenho sido mais ridículo ainda;
Eu, que tenho sido cômico às criadas de hotel,
Eu, que tenho sentido o piscar de olhos dos moços de fretes,
Eu, que tenho feito vergonhas financeiras, pedido emprestado sem pagar,
Eu, que, quando a hora do soco surgiu, me tenho agachado
Para fora da possibilidade do soco;
Eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas coisas ridículas,
Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste mundo.
Toda a gente que eu conheço e que fala comigo
Nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho,
Nunca foi senão príncipe - todos eles príncipes - na vida...
Quem me dera ouvir de alguém a voz humana
Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia;
Que contasse, não uma violência, mas uma cobardia!
Não, são todos o Ideal, se os oiço e me falam.
Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil?
Ó principes, meus irmãos,
Arre, estou farto de semideuses!
Onde é que há gente no mundo?
Então sou só eu que é vil e errôneo nesta terra?
Poderão as mulheres não os terem amado,
Podem ter sido traídos - mas ridículos nunca!
E eu, que tenho sido ridículo sem ter sido traído,
Como posso eu falar com os meus superiores sem titubear?
Eu, que venho sido vil, literalmente vil,
Vil no sentido mesquinho e infame da vileza.
** Poema mencionado no livro Heróis de Verdade, do Roberto Shinyashiki.
Fala na ostentação de uma perfeição que não existe.
Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.
E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil,
Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita,
Indesculpavelmente sujo.
Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho,
Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo,
Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas,
Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e arrogante,
Que tenho sofrido enxovalhos e calado,
Que quando não tenho calado, tenho sido mais ridículo ainda;
Eu, que tenho sido cômico às criadas de hotel,
Eu, que tenho sentido o piscar de olhos dos moços de fretes,
Eu, que tenho feito vergonhas financeiras, pedido emprestado sem pagar,
Eu, que, quando a hora do soco surgiu, me tenho agachado
Para fora da possibilidade do soco;
Eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas coisas ridículas,
Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste mundo.
Toda a gente que eu conheço e que fala comigo
Nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho,
Nunca foi senão príncipe - todos eles príncipes - na vida...
Quem me dera ouvir de alguém a voz humana
Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia;
Que contasse, não uma violência, mas uma cobardia!
Não, são todos o Ideal, se os oiço e me falam.
Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil?
Ó principes, meus irmãos,
Arre, estou farto de semideuses!
Onde é que há gente no mundo?
Então sou só eu que é vil e errôneo nesta terra?
Poderão as mulheres não os terem amado,
Podem ter sido traídos - mas ridículos nunca!
E eu, que tenho sido ridículo sem ter sido traído,
Como posso eu falar com os meus superiores sem titubear?
Eu, que venho sido vil, literalmente vil,
Vil no sentido mesquinho e infame da vileza.
** Poema mencionado no livro Heróis de Verdade, do Roberto Shinyashiki.
Fala na ostentação de uma perfeição que não existe.
Foco certo
É bem mais fácil saber o que fazer do que efetivamente fazê-lo,
e certamente é muito mais interessante afastar a atenção de nós mesmos
e concentrá-la nos defeitos e problemas dos outros.
e certamente é muito mais interessante afastar a atenção de nós mesmos
e concentrá-la nos defeitos e problemas dos outros.
Pathwork - Livros
"O Caminho da autotransformação"
Judith Saly e Eva Pierrakos, Ed. Cultrix
(R$ 35,00 na Livraria Cultura e tb na Siciliano)
"Não temas o mal"
Eva Pierrakos e Donovan Thesenga, Ed. Cultrix
(R$ 31,00 na Livraria Cultura)
"Criando união"
Judith Saly e Eva Pierrakos, Ed. Cultrix
"O eu sem defesas"
Susan Thesenga, Ed Cultrix
"Entrega ao Deus interior"
Donovan Thesenga e Eva Pierrakos, Ed. Cultrix
Judith Saly e Eva Pierrakos, Ed. Cultrix
(R$ 35,00 na Livraria Cultura e tb na Siciliano)
"Não temas o mal"
Eva Pierrakos e Donovan Thesenga, Ed. Cultrix
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"Criando união"
Judith Saly e Eva Pierrakos, Ed. Cultrix
"O eu sem defesas"
Susan Thesenga, Ed Cultrix
"Entrega ao Deus interior"
Donovan Thesenga e Eva Pierrakos, Ed. Cultrix
Pathwork - Princípios Básicos
* Orientar para um caminho de conscientização e auto-aceitação
que possibilite a transformação e a evolução pessoal.
* Transitar no mapa da consciência humana o que inclui a nossa
sombra e a nossa luz, a nossa criança interna vulnerável, as máscaras
e emoções reprimidas, o adulto competente, as exigências do ego e os
anseios do eu verdadeiro.
* Compreender as negatividades pessoais e suas conseqüências e os
passos que levam à transformação.
* Crescer em auto-responsabilidade, tornando-nos conscientes de nossas
escolhas e compreendendo que somos os criadores de nossas realidades
internas e externas.
que possibilite a transformação e a evolução pessoal.
* Transitar no mapa da consciência humana o que inclui a nossa
sombra e a nossa luz, a nossa criança interna vulnerável, as máscaras
e emoções reprimidas, o adulto competente, as exigências do ego e os
anseios do eu verdadeiro.
* Compreender as negatividades pessoais e suas conseqüências e os
passos que levam à transformação.
* Crescer em auto-responsabilidade, tornando-nos conscientes de nossas
escolhas e compreendendo que somos os criadores de nossas realidades
internas e externas.
Pathwork - O que é?
O Pathwork é um caminho de autoconhecimento que conduz ao
universo interior em busca de nossa verdade.
O referencial teórico deste trabalho consiste em 258 palestras canalizadas por Eva Pierrakos. Estas palestras têm como conteúdo a realidade psicológica e espiritual do ser humano.
universo interior em busca de nossa verdade.
O referencial teórico deste trabalho consiste em 258 palestras canalizadas por Eva Pierrakos. Estas palestras têm como conteúdo a realidade psicológica e espiritual do ser humano.
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