Quais os efeitos da Garcínia? Ela possui efeitos colaterais?
Garcínia é uma fruta do sul da Ásia. Atua como moderador do apetite. Controla o metabolismo e reduz o armazenamento de gordura corporal.
Contém um princípio ativo que é o Ácido Hidroxicítrico e é ele o responsável pela redução do apetite.
O pó das folhas tem efeito laxante.
O efeito da garcínia no organismo é lento e a longo prazo. É diurética e digestiva.
Não existem efeitos colaterais quando prescritas por Médicos Fitoterapeutas, nas dosagens recomendadas e acompanhada durante a administração.
Dr. Marcos Stern - Farmacêutico e Bioquímico, especialista em Fitoterapia. CRF 349 - Responsável pela farmácia fitoterápica Marana.
quinta-feira, 29 de maio de 2008
domingo, 25 de maio de 2008
Chega no Brasil vacina contra o HPV
Rio - A vacina - que estará disponível a partir de segunda-feira em clínicas particulares por cerca de R$ 400 - é destinada apenas para meninas e mulheres dos 10 aos 25 anos. Testes ainda estão sendo realizados para verificar a eficácia em pacientes mais velhas e em homens.
O vírus HPV, sexualmente transmissível, é culpado por 99% dos casos de câncer de colo do útero. Embora ainda não se possa dizer com toda a certeza o tempo de proteção desse imunizante, acredita-se que ela será válida entre seis e nove anos. O pico de incidência ocorre entre 20 e 25 anos de idade. Mas a curva de crescimento da doença entre as adolescentes é ascendente.
21/05
O vírus HPV, sexualmente transmissível, é culpado por 99% dos casos de câncer de colo do útero. Embora ainda não se possa dizer com toda a certeza o tempo de proteção desse imunizante, acredita-se que ela será válida entre seis e nove anos. O pico de incidência ocorre entre 20 e 25 anos de idade. Mas a curva de crescimento da doença entre as adolescentes é ascendente.
21/05
Parar de fumar é socialmente contagioso
21 de Maio de 2008
2008-21-05 05:08:23
WASHINGTON (AFP) - Se o vício do cigarro começa como um hábito, parar de fumar é socialmente contagioso, afirma um amplo estudo realizado nos Estados Unidos ao longo dos últimos 30 anos, divulgado nesta quarta-feira.
"Analisando amplas redes sociais, descobrimos que grupos inteiros de pessoas que não se conhecem obrigatoriamente param de fumar ao mesmo tempo", afirmou Nicholas Christakis, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Harvard e co-autor do trabalho.
"Desse modo, se há uma mudança no 'zeitgeist' (espírito da época) desta rede social, como uma mudança cultural, todo um grupo de pessoas conectadas mas que não se conhecem necessariamente param de fumar em grupo", disse.
Os pesquisadores obtiveram os dados a partir da reconstrução de uma rede social de 12.067 indivíduos entre 1971 e 2003. Todos as mudanças familiares dos participantes, casamentos, mortes ou divórcios, foram catalogadas. Os pesquisadores registraram também os contatos com amigos próximos, colegas de trabalho e vizinhos.
A maior parte desses amigos e colegas também participaram do estudo, o que permitiu a observação de um total de 53.228 relações sociais, familiares e profissionais.
O mais impressionante, no entanto, é que as pessoas param de fumar em grupo, e não sozinhas, destaca o trabalho, que será publicado no New England Journal of Medicine desta quinta-feira.
"Quando nos fixamos no conjunto dessas redes sociais sobre um período de 30 anos, constatamos que o tamanho médio das ramificações de fumantes se mantém mais ou menos igual. Só que há cada vez menos e menos dessas ramificações com o passar do tempo", explicou James Fowler, da Universidade da Califórnia, co-autor do estudo.
O trabalho também aponta para o fato de que os fumantes estão cada vez mais marginalizados em diferentes grupos sociais.
Em 1971, não havia distinção social entre fumantes e não-fumantes, tanto nas empresas quanto na sociedade.
Nos anos 80 e 90, no entanto, "constatamos uma mudança de atitude radical que se traduz em uma rejeição aos fumantes na periferia das redes sociais", segundo James Fowler.
2008-21-05 05:08:23
WASHINGTON (AFP) - Se o vício do cigarro começa como um hábito, parar de fumar é socialmente contagioso, afirma um amplo estudo realizado nos Estados Unidos ao longo dos últimos 30 anos, divulgado nesta quarta-feira.
"Analisando amplas redes sociais, descobrimos que grupos inteiros de pessoas que não se conhecem obrigatoriamente param de fumar ao mesmo tempo", afirmou Nicholas Christakis, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Harvard e co-autor do trabalho.
"Desse modo, se há uma mudança no 'zeitgeist' (espírito da época) desta rede social, como uma mudança cultural, todo um grupo de pessoas conectadas mas que não se conhecem necessariamente param de fumar em grupo", disse.
Os pesquisadores obtiveram os dados a partir da reconstrução de uma rede social de 12.067 indivíduos entre 1971 e 2003. Todos as mudanças familiares dos participantes, casamentos, mortes ou divórcios, foram catalogadas. Os pesquisadores registraram também os contatos com amigos próximos, colegas de trabalho e vizinhos.
A maior parte desses amigos e colegas também participaram do estudo, o que permitiu a observação de um total de 53.228 relações sociais, familiares e profissionais.
O mais impressionante, no entanto, é que as pessoas param de fumar em grupo, e não sozinhas, destaca o trabalho, que será publicado no New England Journal of Medicine desta quinta-feira.
"Quando nos fixamos no conjunto dessas redes sociais sobre um período de 30 anos, constatamos que o tamanho médio das ramificações de fumantes se mantém mais ou menos igual. Só que há cada vez menos e menos dessas ramificações com o passar do tempo", explicou James Fowler, da Universidade da Califórnia, co-autor do estudo.
O trabalho também aponta para o fato de que os fumantes estão cada vez mais marginalizados em diferentes grupos sociais.
Em 1971, não havia distinção social entre fumantes e não-fumantes, tanto nas empresas quanto na sociedade.
Nos anos 80 e 90, no entanto, "constatamos uma mudança de atitude radical que se traduz em uma rejeição aos fumantes na periferia das redes sociais", segundo James Fowler.
quarta-feira, 21 de maio de 2008
O mundo é dos feios
O metrossexualismo de David Beckham, Brad Pitt e bela companhia estão com os dias contados. Da Argentina, surge uma nova onda: o 'feiossexualismo'. O homem que está derrubando a ditadura do bonito é Gonzalo Otálora, autor de Feo!, livro que já é um grande sucesso editorial na América Latina - e que em breve vai virar filme, programa de TV e peça de teatro. As negociações para uma edição brasileira já começaram, o livro sai por aqui até o final do ano.
Otálora tem 31 anos, é jornalista e feio. Quer dizer, já foi mais - principalmente quando ainda era adolescente e não fazia nenhum sucesso com as garotas. 'Eu tinha o que a gente chama de triângulo da morte: miopia, espinhas e dentes ruins', lembra ele, em conversa por telefone com o JT. Com todas essas características, o escritor não escapou de uma juventude conturbada. 'Eu não conseguia chegar nas meninas, tinha dificuldade em arrumar trabalho e quase não saía de casa', conta.
Feo! tem uma ótima sacada logo na capa. Sabe aquela boca com a língua de fora, marca registrada dos Rolling Stones? Na imaginação de Otálora, ela é incrementada com um indiscreto aparelho dentário. O livro também tem o mérito de misturar passagens comoventes (como a dificuldade com as garotas) com humor e pitadas de auto-ajuda. 'Acho que posso ajudar muitos feios a se sentirem melhor com o mundo e a própria aparência', explica.
O livro pode ser considerado uma versão masculina de Bete, a Feia (tanto da versão latina como a do seriado americano). 'As mulheres já convivem com esse dilema. Existe toda uma indústria de produtos de beleza, cremes e roupas para que elas se sintam bonitas', diz. Perguntado se namoraria uma feia, Otálora não pestaneja. 'Para mim não tem problema. Pode ser bonita ou feia. Não me importo com isso.' Detalhe: o escritor, atualmente, está sem namorada.
O autor gosta de teorizar sobre os padrões estéticos. 'Esse padrão de beleza atende apenas 2% da população mundial. É um absurdo', fala. 'Historicamente, isso foi inventado depois da quebra da bolsa americana, em 1929. Os grandes empresários descobriram que era preciso criar padrões de consumo de massa. Daí, elegeram os belos do cinema e da publicidade. No mesmo período, criaram o concurso de miss e outras coisas parecidas.'
Segundo ele, o feiossexualismo surge para se contrapor a essa 'tendência cruel'. 'O feio pode ser uma pessoa de sucesso, um homem bem humorado, simpático e inteligente. Beleza não é tudo na vida', diz ele, lembrando de cara de um legítimo representante do feiossexualismo em nosso país: o craque Ronaldinho Gaúcho.
Imposto para bonitos
O argentino não acredita, entretanto, que apostar apenas na 'beleza interior' seja o suficiente. O escritor também tem propostas para que os governantes facilitem a vida dos mais feios (leia abaixo).
Apresentou a mais polêmica no final do ano passado à Casa Rosada: a cobrança de impostos para pessoas muito bonitas. Além disso, Otálora propõe que os desfiles de moda contemplem todos os tipos físicos (gordos, baixos, etc) e que seja proibida a exigência de fotografias nos currículos enviados para as empresas . 'O mais importante é que a pessoa possa viver bem com a sua aparência', acredita.
Mais informações sobre o livro (que deve ser lançado
no final do ano no Brasil) estão no site http://www.feosexual.com ou no blog de Gonzalo Otálora: http://www.feosexual.blogspot.com.
Otálora tem 31 anos, é jornalista e feio. Quer dizer, já foi mais - principalmente quando ainda era adolescente e não fazia nenhum sucesso com as garotas. 'Eu tinha o que a gente chama de triângulo da morte: miopia, espinhas e dentes ruins', lembra ele, em conversa por telefone com o JT. Com todas essas características, o escritor não escapou de uma juventude conturbada. 'Eu não conseguia chegar nas meninas, tinha dificuldade em arrumar trabalho e quase não saía de casa', conta.
Feo! tem uma ótima sacada logo na capa. Sabe aquela boca com a língua de fora, marca registrada dos Rolling Stones? Na imaginação de Otálora, ela é incrementada com um indiscreto aparelho dentário. O livro também tem o mérito de misturar passagens comoventes (como a dificuldade com as garotas) com humor e pitadas de auto-ajuda. 'Acho que posso ajudar muitos feios a se sentirem melhor com o mundo e a própria aparência', explica.
O livro pode ser considerado uma versão masculina de Bete, a Feia (tanto da versão latina como a do seriado americano). 'As mulheres já convivem com esse dilema. Existe toda uma indústria de produtos de beleza, cremes e roupas para que elas se sintam bonitas', diz. Perguntado se namoraria uma feia, Otálora não pestaneja. 'Para mim não tem problema. Pode ser bonita ou feia. Não me importo com isso.' Detalhe: o escritor, atualmente, está sem namorada.
O autor gosta de teorizar sobre os padrões estéticos. 'Esse padrão de beleza atende apenas 2% da população mundial. É um absurdo', fala. 'Historicamente, isso foi inventado depois da quebra da bolsa americana, em 1929. Os grandes empresários descobriram que era preciso criar padrões de consumo de massa. Daí, elegeram os belos do cinema e da publicidade. No mesmo período, criaram o concurso de miss e outras coisas parecidas.'
Segundo ele, o feiossexualismo surge para se contrapor a essa 'tendência cruel'. 'O feio pode ser uma pessoa de sucesso, um homem bem humorado, simpático e inteligente. Beleza não é tudo na vida', diz ele, lembrando de cara de um legítimo representante do feiossexualismo em nosso país: o craque Ronaldinho Gaúcho.
Imposto para bonitos
O argentino não acredita, entretanto, que apostar apenas na 'beleza interior' seja o suficiente. O escritor também tem propostas para que os governantes facilitem a vida dos mais feios (leia abaixo).
Apresentou a mais polêmica no final do ano passado à Casa Rosada: a cobrança de impostos para pessoas muito bonitas. Além disso, Otálora propõe que os desfiles de moda contemplem todos os tipos físicos (gordos, baixos, etc) e que seja proibida a exigência de fotografias nos currículos enviados para as empresas . 'O mais importante é que a pessoa possa viver bem com a sua aparência', acredita.
Mais informações sobre o livro (que deve ser lançado
no final do ano no Brasil) estão no site http://www.feosexual.com ou no blog de Gonzalo Otálora: http://www.feosexual.blogspot.com.
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